Black art, rage, and self-making: suppression, oppression, and sublimation in James Baldwin’s Tell Me How Long the Train’s Been Gone and “Sonny’s Blues”

dc.creatorMarilda Mendes da Silva
dc.date.accessioned2026-03-05T14:01:52Z
dc.date.issued2026-01-12
dc.description.abstractPessoas negras nos Estados Unidos foram historicamente submetidas à opressão, como escravidão, segregação e linchamento, e então vêm desenvolvendo mecanismos para lidar com o racismo, visando evitar violência e alcançar equilíbrio social e emocional. Considerando isso, esta dissertação examina a arte negra, a raiva e a autoformação por mecanismos de supressão, opressão e sublimação no romance Tell Me How Long the Train’s Been Gone e no conto “Sonny’s Blues”, de James Baldwin. Discutem-se mecanismos de supressão de emoções e comportamentos, inicialmente impostos pelo sistema escravista e depois adotados pelos sujeitos oprimidos. O capítulo 1 estuda a supressão com base nos conceitos de “raiva negra”, formulado por Myisha Cherry, e de “apropriação da opressão racial”, de Kira Banks e Jadah Stephens, incluindo pesquisas de Stephen Oliver, Joshua Stone e Marie Johansson. O capítulo 2 analisa exemplos de opressão retratados nas obras literárias, como casamento inter-racial, brutalidade policial e vício em drogas, com base no conceito de opressão definido por Marylyn Frye e ampliado por Serene Khader; nas pesquisas de Adam Dawson sobre a passagem para a idade adulta entre afro-americanos; e nos estudos de David Jones sobre invisibilidade. O capítulo 3 examina a perspectiva de Baldwin sobre sublimação na música e no teatro, partindo do conceito de Sigmund Freud para uma visão mais ampla do que Baldwin considera “atuação autêntica”, que atinge a sublimação quando envolve empatia, honestidade e canalização da raiva e do medo em linguagem artística articulada. Os personagens de Baldwin demonstram forte capacidade de ação e simbolizam resistência à raiva e persistência como artistas, de acordo com Myisha Cherry e Monika Gehlawat. Essa dissertação demonstra a importância do apoio familiar e comunitário para indivíduos negros em geral e artistas negros em particular, com base nas reflexões de Baldwin sobre a arte como mecanismo de resistência contra a opressão.
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/1975
dc.languageeng
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso aberto
dc.subjectBaldwin, James, 1924-1987. – Tell Me How Long the Train’s Been Gone – Crítica e interpretação
dc.subjectBaldwin, James, 1924-1987. – Sonny’s Blues – Crítica e interpretação
dc.subjectFicção americana – História e crítica
dc.subjectNegros na literatura
dc.subjectViolência na literatura
dc.subjectRacismo na literatura
dc.subjectArte negra na literatura
dc.subject.othersuppression;
dc.subject.otheroppression;
dc.subject.othersublimation;
dc.subject.otherBlack rage;
dc.subject.otherBlack art;
dc.subject.otherJames Baldwin
dc.titleBlack art, rage, and self-making: suppression, oppression, and sublimation in James Baldwin’s Tell Me How Long the Train’s Been Gone and “Sonny’s Blues”
dc.title.alternativeArte negra, raiva e autoformação: supressão, opressão e sublimação em James Baldwin's Tell Me How Long the Train’s Been Gone e "Sonny's Blues"
dc.typeDissertação de mestrado
local.contributor.advisor1José de Paiva dos Santos
local.contributor.advisor1IDhttps://orcid.org/0000-0002-1100-4037
local.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/8788381150981867
local.contributor.referee1Juliana Borges Oliveira de Morais
local.contributor.referee1Ane Caroline Ribeiro Costa
local.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/5674428133346293
local.description.resumoBlack people in the United States have been historically subjected to oppression, such as slavery, segregation, and lynching, so they have been developing mechanisms to cope with racism in order to avoid violence and reach social and emotional balance. Considering that, this dissertation examines Black art, rage, and self-formation through mechanisms of suppression, oppression and sublimation in the novel Tell Me How Long the Train’s Been Gone and the short story “Sonny’s Blues” by James Baldwin. It discusses suppression of emotions and behaviors, firstly imposed by the dominating power, then appropriated by the Black subjects. Chapter One studies suppression based on the concepts of “Black rage,” as formulated by Myisha Cherry, “appropriated racial oppression,” by Kira Banks and Jadah Stephens, and researches by Stephen Oliver, Joshua Stone, and Marie Johansson. Chapter Two analyses examples of oppression depicted in the literary works, such as inter-racial marriage, police brutality, and drug addiction, based on the concept of oppression presented by Marylyn Frye and expanded by Serene Khader; on researches by Adam Dawson about coming of age among African Americans; and on David Jones’s studies on invisibility. Chapter Three examines Baldwin’s perspective about sublimation in music and theatre, departing from Sigmund Freud’s concept to a broader view of what Baldwin considers “acting truthfully,” which reaches sublimation when it involves empathy, honesty, and channeling rage and fear into articulated artistic language. Baldwinian characters show strong agential capacities and symbolize endurance against rage and persistence as artists, according to Myisha Cherry and Monika Gehlawat. This dissertation demonstrates the importance of family and community support for Black individuals in general and Black artists in particular, relying on Baldwin’s reflections on art as a mechanism of resistance against oppression.
local.identifier.orcidhttps://orcid.org/0009-0008-4775-4826
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentFALE - FACULDADE DE LETRAS
local.publisher.initialsUFMG
local.publisher.programPrograma de Pós-Graduação em Estudos Literários
local.subject.cnpqLINGUISTICA, LETRAS E ARTES

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