Todo cérebro tem um cu

dc.creatorRenata Pereira Lima Aspis
dc.date.accessioned2025-02-03T19:08:40Z
dc.date.accessioned2025-09-09T00:16:00Z
dc.date.available2025-02-03T19:08:40Z
dc.date.issued2023-12-01
dc.description.abstractThe following text aims to question the idea of the episteme as the production of intellectual knowledge, generally understood as rational in the Cartesian sense. In contrast, we believe it is important to consider the idea and practice of other ways of thinking and creating knowledge, or be it what may be referred to as dissident epistemologies, which are created through the body in connection with other elements/bodies of nature. Thus, a critical analysis of Cartesianism and colonialism is conducted, drawing on various concepts of the philosophies of difference, ecofeminist philosophies and other philosophies and arts concepts of transfeminism and interspeciesism. This beheading and the adoption of antispeciesism as a way of being may lead to other experimentations of what it is to be human - it is only a matter of starting.
dc.identifier.issn1519-6186
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/79612
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.relation.ispartofRevista Espaço Acadêmico
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectEpistemologia
dc.subjectColonialidade
dc.subject.otherEpistemologias dissidentes
dc.subject.otherAnti-cartesianismo
dc.subject.otherAnticolonialidades
dc.subject.otherEpistemologias viscerais
dc.subject.otherAntiespecismo
dc.subject.otherRizoma
dc.titleTodo cérebro tem um cu
dc.title.alternativeEvery brain has an asshole
dc.typeArtigo de periódico
local.citation.epage68
local.citation.issue242
local.citation.spage57
local.citation.volume23
local.description.resumoO presente texto busca problematizar a ideia de episteme como produção de conhecimento intelectual entendido como racional no sentido cartesiano. Trata-se de evocar a ideia e a prática de outros modos de pensar e outros modos de criar conhecimentos, ou seja, epistemologias dissidentes, feitas por meio do corpo e em conexão com os outros elementos/corpos da natureza. Nesse sentido, propõe-se uma análise crítica do cartesianismo, do colonialismo/colonialidade, em companhia das filosofias da diferença, de filosofias ecofeministas e outras filosofias e artes transfeministas e interespecistas. Acredita-se que a decapitação e o antiespecismo podem nos levar a outras experimentações do humano, basta começar.
local.identifier.orcidhttps://orcid.org/0000-0001-6330-8027
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentFAE - DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS APLICADAS À EDUCAÇÃO
local.publisher.initialsUFMG
local.url.externahttps://periodicos.uem.br/ojs/index.php/EspacoAcademico/article/view/68735

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