Espiritismo Kardecista brasileiro e cultura política: história e trajetórias recentes.
| dc.creator | Fernanda Flavia Martins Ferreira | |
| dc.date.accessioned | 2019-08-09T12:23:31Z | |
| dc.date.accessioned | 2025-09-08T23:30:45Z | |
| dc.date.available | 2019-08-09T12:23:31Z | |
| dc.date.issued | 2008-08-28 | |
| dc.identifier.uri | https://hdl.handle.net/1843/BUBD-895PXN | |
| dc.language | Português | |
| dc.publisher | Universidade Federal de Minas Gerais | |
| dc.rights | Acesso Aberto | |
| dc.subject | Terceiro setor | |
| dc.subject | Liberalismo | |
| dc.subject | Democracia | |
| dc.subject | Espiritismo | |
| dc.subject | Ciência política | |
| dc.subject | Cidadania | |
| dc.subject.other | identidade | |
| dc.subject.other | cidadania | |
| dc.subject.other | kardecismo | |
| dc.subject.other | terceiro setor | |
| dc.subject.other | liberalismo | |
| dc.subject.other | democracia | |
| dc.subject.other | campo | |
| dc.title | Espiritismo Kardecista brasileiro e cultura política: história e trajetórias recentes. | |
| dc.type | Dissertação de mestrado | |
| local.contributor.advisor1 | Ana Maria Doimo | |
| local.contributor.referee1 | Bruno Pinheiro Wanderley Reis | |
| local.contributor.referee1 | Alexandre Antonio Cardoso | |
| local.description.resumo | No primeiro capítulo tratamos das raízes doutrinárias do espiritismo kardecista no século XIX. Verificamos fortes identificações do Espiritismo como os princípios iluministas e liberais europeus, especialmente da França nos enunciados de Jean JacquesRousseau, Montesquieu, Alexis de Tocqueville e do inglês John Stuart Mill. Constatação importante, na medida em que sua manifestação brasileira entre os séculos XIX e XX encontra entraves seja durante o Império, seja após a proclamação da república, tanto da Igreja Católica em particular, quanto dos antiliberais de um modo em geral. No segundo capítulo trataremos de mapear os momentos de tensão entre segmentação e união no campo espírita, seu relacionamento com a hegemonia católica, e, finalmente, o surgimento de novas matrizes a partir do declínio dessa hegemonia. No terceiro capítulo faremos umaincursão no universo associativo espírita, sua organização interna não-sacerdotal e baseada em formas de representação, voto, e discussão, enfim na adesão de regras democráticas de condução dos processos decisórios. No capítulo quatro aprofundaremos na matriz doTerceiro Setor e da cidadania. Veremos também o que essa organização tem a ver com o Novo Associativismo que surge no Brasil após a redemocratização na década de 1980. Aprofundaremos a análise de sua modernização e crescente identificação com o Terceiro Setor, bem como de que modo se dá a apropriação do termo cidadania a sua linguagem. E por fim, na conclusão, veremos no que a elaboração política original do kardecismo se coaduna com a face pública do campo espírita atual, bem como sua contribuição para a democratização social. | |
| local.publisher.initials | UFMG |
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