The lists of paradise regained: an economy of the full and the empty

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Universidade Federal de Minas Gerais

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Artigo de periódico

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As Listas em Paradise Regained: uma economia do cheio e do vazio

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Resumo

This article works from Madeleine Jeay’s Le Commerce des Mots (2006), Umberto Eco’s Infinity of Lists (2009), and Bernard Sève’s Philosophie des Listes (2010) to understand the abundance of lists in John Milton’s Paradise Regained. The lists in Paradise Regained emerge from the following conditions: the fantasy of chaos remaining an unfulfilled horizon, the complicated coherence among things escaping the worst disorder, and the tortuous cohesive power of analogy barely unifying a worldview by holding the chaos of reality at bay. In sum, the lists in the short epic would mark, as a manifestation, the trace, like the shadow, of the intractable fallen world within the very act of worldliness (much like the creation of an alternative Christian ethos), always leaving a space of nothingness necessarily paradoxical and in some ways astonishingly so.

Abstract

Este artigo parte dos estudos Le commerce des Mots (2006), de Madeleine Jeay, Infinity of Lists, de Umberto Eco (2009), e Philosophie des Listes (2010), de Bernard Sève, para compreender a abundância de listas no Paradise Regained, de John Milton. As listas em Paradise Regained emergem das seguintes condições: a fantasia do caos permanecendo um horizonte não cumprido, a complicada coerência entre as coisas que escapam da pior desordem e o tortuoso poder coesivo da analogia minimamente unificando uma cosmovisão que manteria o caos da realidade sob controle. Em suma, as listas no curto poema épico marcariam, por meio de uma manifestação, o traço, como uma sombra, do intratável mundo pós-queda dentro do próprio ato de “mundanização” (muito parecido com a criação de um éthos cristão alternativo), sempre deixando um espaço do nada necessariamente paradoxal e, de certa forma, surpreendente.

Assunto

Poesia inglesa, Milton, John, 1608-1674

Palavras-chave

Paradise Regained, Lists, John Milton, Economy

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https://periodicos.ufmg.br/index.php/aletria/article/view/22159

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