Intervenções de enfermagem frente à violência obstétrica no período gravídico-puerperal

dc.creatorMariana Lamante Bueno, Marta Aparecida Evangelista, Vanessa de Moura Zanine
dc.date.accessioned2020-02-11T17:46:00Z
dc.date.accessioned2025-09-09T00:10:21Z
dc.date.available2020-02-11T17:46:00Z
dc.date.issued2015-10-22
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/32433
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/pt/
dc.subjectParto Humanizado
dc.subjectEnfermagem Obstétrica
dc.subjectSaúde da Mulher
dc.subjectMonografia
dc.subjectViolência contra a Mulher
dc.subject.otherParto Humanizado
dc.subject.otherEnfermagem Obstétrica
dc.subject.otherSaúde da Mulher
dc.subject.otherViolência contra a mulher
dc.subject.otherViolência
dc.titleIntervenções de enfermagem frente à violência obstétrica no período gravídico-puerperal
dc.typeMonografia de especialização
local.contributor.advisor1Selma Rodrigues Alves Montefusco
local.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/4641815981079162
local.description.resumoDiante do cenário de violência obstétrica vivenviado, surgiu a motivação do estudo acerca do tema, com o intuito de torná-lo um assunto com maior visibilidade e menor ocorrência nas práticas assistenciais. O objetivo deste estudo é analisar as intervenções de enfermagem frente à violência obstétrica durante o período gravídico puerperal. Trata-se de uma revisão integrativa da literatura, com seleção de artigos publicados há dez anos nas bases de dados LILACS, Medline e SCIELO. As principais formas de violência obstétrica identificadas foram: privação do acompanhante da mulher (descumprimento da lei 11.108/2005); privação de métodos não farmacológicos e da analgesia para alívio da dor; injúria verbal e ações discriminatórias; privação da escolha da posição para parir; omissão e negligência à assistência; falta de orientação em todo o processo assistencial do período gravídico puerperal. Discutimos três intervenções de enfermagem para proteção da mulher da violência obstétrica: acolhimento da paciente durante a assistência prestada pela enfermeira obstetra; informações e esclarecimentos sobre o processo gravídico-puerperal; uso de tecnologia associada à dimensão humana, desenvolvendo práticas não invasivas. Concluímos que a enfermagem obstétrica está diretamente envolvida na mudança de assistência proposta pelo Ministério da Saúde e Organização Mundial de Saúde por ser uma profissão que visa o cuidado
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.initialsUFMG
local.publisher.programCurso de Especialização em Enfermagem Obstétrica - Rede Cegonha

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