Revisitando o ethos indígena e a nação no caminho da construção das identidades

dc.creatorClaudia Passos Caldeira
dc.date.accessioned2019-08-11T19:59:45Z
dc.date.accessioned2025-09-08T23:20:04Z
dc.date.available2019-08-11T19:59:45Z
dc.date.issued2006-05-25
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/ALDR-6WENT7
dc.languagePortuguês
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectIndios da America do Sul Brasil
dc.subjectFreyre, Gilberto, 1900-1987 Casa-grande & Senzala Crítica e interpretação
dc.subjectNacionalismo
dc.subjectLiteratura e nação
dc.subjectAndrade, Mário de, 1893-1945 Macunaíma Crítica e interpretação
dc.subjectRibeiro, Darcy, 1922-1997 Maíra Crítica e interpretação
dc.subjectIndios da America do Sul Brasil Identidade etnica
dc.subjectMemória cultural
dc.subjectJecupé, Kaka Werá Ore awé roiru a'ma
dc.subjectLiteratura indigena Brasil
dc.subject.othermemória cultural
dc.subject.otherrepresentação indígena
dc.subject.otherRomantismo
dc.titleRevisitando o ethos indígena e a nação no caminho da construção das identidades
dc.typeDissertação de mestrado
local.contributor.advisor1Haydee Ribeiro Coelho
local.contributor.referee1Dilma Castelo Branco Diniz
local.contributor.referee1Eduardo de Assis Duarte
local.description.resumoEssa dissertação tem por objetivo fazer um estudo sobre a representação indígena, relacionando-os ao discurso da Nação. Nesse sentido, procurou-se evidenciar como essas representações, instituídas em nossa memória cultural, foram apreendidas em momentos e textos diferenciados. O século XIX aparece como ponto de partida para o estudo das transformações ocorridas na representação indígena durante o século XX, uma vez que apresenta dois modelos distintos de representação, o atinente ao Romantismo e o presente nos textos de viajantes, naturalistas e cientistas. Os anos 20 e 30 do séc. XX constituem um outro momento de intenso debate sobre o projeto da nação incidindo sobre o contexto cultural. Macunaína e Casa grande & Senzala mostram diferentes acepções de nação, relando representações do indígena, à luz do Modernismo e do Regionalismo, respectivamente. Nos anos 60, 70, durante a disputa ideológica entre a direita e a esquerda, a representação indígena foi retomada no contexto da discussão sobre o modelo autoritário de Estado-Nação. Em Maíra, é mostrado o olhar do índio sobre a nação e ainda é revelada a perspectiva do ethos tribal. Nos anos 90, vive-se um momento de reafirmação étnica, período em que o ponto de vista indígena surge, relacionado e à autoria, como em Ore awé roiru a'ma de Kaká Werá Jecupé, narrativa que aponta para locus de enunciação ambivalente, propicio à reflexão sobre a nação e ou nações.
local.publisher.initialsUFMG

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