Miconia albicans (Sw.) Triana (canela-de-velho), a nova planta tendência do Cerrado brasileiro: contribuição para identificação de espécies e aspectos farmacológicos

dc.creatorDiego Tavares Iglesias
dc.creatorRúbia Santos Fonseca
dc.date.accessioned2023-11-21T21:10:08Z
dc.date.accessioned2025-09-09T00:45:29Z
dc.date.available2023-11-21T21:10:08Z
dc.date.issued2022-08-02
dc.description.abstractMiconia albicans (canela-de-velho) é uma espécie amplamente distribuída no Cerrado. Nos últimos anos suas folhas têm sido amplamente comercializadas para o preparo de chás medicinais. O gênero Miconia apresenta alta diversidade no Cerrado. A elevada similaridade morfológica entre essas espécies promove erros de identificação, inclusive por especialistas. O objetivo do trabalho é contribuir para o reconhecimento da espécie Miconia albicans e a sua distinção de outras espécies similares do Cerrado. Além disso, foi realizada revisão de literatura sobre a atividade biológica das espécies com similaridade morfológica. Foram adquiridas 19 amostras de plantas comercializadas como "canela-de-velho" e/ou Miconia albicans em feiras de seis municípios de Minas Gerais, Brasil. As espécies foram devidamente identificadas e os caracteres conflituosos foram determinados. A partir desses caracteres foi realizado o levantamento de todas as espécies com similaridade morfológica no Cerrado. Foram encontradas 13 espécies similares a M. albicans; uma chave ilustrada de identificação foi elaborada. Apenas M. albicans apresenta atividade anti-inflamatória indicada por um estudo. M. albicans e seis das 13 espécies similares, apresentaram citotoxicidade a níveis de concentração elevados, em análises in vitro e/ou in vivo. Estudos demonstraram que M. albicans acumula alumínio em suas folhas, órgãos usados para o preparo das infusões. Inexistem ensaios clínicos para validar o uso dessa espécie como fitoterápico. O uso indiscriminado, associado à carência de provas científicas, além de não produzir os resultados desejados, pode causar efeitos adversos.
dc.format.mimetypepdf
dc.identifier.doihttps://doi.org/10.35699/2447-6218.2022.38438
dc.identifier.issn2447-6218
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/61223
dc.languageeng
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.relation.ispartofCaderno De Ciências Agrárias
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectMatéria médica vegetal
dc.subjectFitoquímicos
dc.subjectTaxonomia vegetal
dc.subjectPlantas medicinais
dc.subject.otherPlanta medicinal
dc.subject.otherFitoterapia
dc.subject.otherTaxonomia
dc.subject.otherMelastomataceae
dc.titleMiconia albicans (Sw.) Triana (canela-de-velho), a nova planta tendência do Cerrado brasileiro: contribuição para identificação de espécies e aspectos farmacológicos
dc.title.alternativeMiconia albicans (Sw.) Triana (canela-de-velho), a nova planta tendência do Cerrado brasileiro: contribuição para identificação de espécies e aspectos farmacológicos
dc.typeArtigo de periódico
local.citation.epage9
local.citation.spage1
local.citation.volume14
local.description.resumoMiconia albicans (canela-de-velho) is a species widely distributed in the Cerrado. In recent years, its leaves have been commercialized for the preparation of medicinal teas. The genus Miconia is highly diverse in the Cerrado, and the high morphological similarity of the species often results in misidentification, even by specialists. The aim of this paper is to contribute to the identification of M. albicans, and its distinction from other Cerrado species with morphological similarity. In addition, a literature review of the species was performed in search of studies on potential biological and pharmacological activity. Nineteen samples of plants marketed as “canela-de-velho” and/or Miconia albicans were acquired from fairs in six municipalities in Minas Gerais, Brazil. The species were properly identified and conflicting characters were determined. Based on these characters, a survey of all species with morphological similarity in Cerrado was carried out. Thirteen species similar to M. albicans were found, and an illustrated identification key was developed. As for the review of biological activity, only M. albicans presents anti-inflammatory activity identified by one study. M. albicans and six of the 13 identified species showed cytotoxicity at high concentration levels in studies with in vitro and in vivo analyses. M. albicans accumulates aluminum in the leaves, which are the organs used to prepare the infusion. Currently, there are no clinical trials to validate the use of M. albicans as herbal medicine. Indiscriminate use and lack of scientific evidence, besides not producing the desired results, can cause adverse effects.
local.identifier.orcidhttps://orcid.org/0000-0001-7257-874X
local.identifier.orcidhttps://orcid.org/0000-0002-9160-9959
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentICA - INSTITUTO DE CIÊNCIAS AGRÁRIAS
local.publisher.initialsUFMG
local.url.externahttps://periodicos.ufmg.br/index.php/ccaufmg/article/view/38438

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