Suplementação de vacas leiteiras com bactérias e leveduras
| dc.creator | Arthur Henrique Carvalho Patrus Bello | |
| dc.date.accessioned | 2019-08-09T22:02:40Z | |
| dc.date.accessioned | 2025-09-09T00:43:46Z | |
| dc.date.available | 2019-08-09T22:02:40Z | |
| dc.date.issued | 2014-04-23 | |
| dc.identifier.uri | https://hdl.handle.net/1843/BUOS-AR8JJM | |
| dc.language | Português | |
| dc.publisher | Universidade Federal de Minas Gerais | |
| dc.rights | Acesso Aberto | |
| dc.subject | Leite Produção | |
| dc.subject | Vaca Alimentação e rações | |
| dc.subject | Exigências do sistema: Adobe Acrobat Reader | |
| dc.subject | Suplemento alimentar | |
| dc.subject | Dieta em veterinaria | |
| dc.subject | Microorganismos | |
| dc.subject | Leite Composição | |
| dc.subject.other | Microrganismos | |
| dc.subject.other | Rumen | |
| dc.subject.other | Nutrição | |
| dc.title | Suplementação de vacas leiteiras com bactérias e leveduras | |
| dc.type | Dissertação de mestrado | |
| local.contributor.advisor1 | Ronaldo Braga Reis | |
| local.description.resumo | O objetivo deste trabalho foi avaliar a inclusão de aditivos à base de bactérias ruminais ou bactérias ruminais associadas a leveduras em dietas de vacas em lactação, sobre a fermentação ruminal, produção e composição do leite. Quinze vacas da raça Holandês, com 156±53 dias em lactação, produção diária média 31,4±0,5kg e peso corporal médio de 665±16kg formaram cinco grupos de três animais com base na ordem de parto e produção diária de leite. As vacas foram alocadas em delineamento Quadrado Latino 3x3, com períodos de 35 dias. Os tratamentos foram: Bact - 10g (Ruminobacter amylophilum, Ruminobacter succinogenes, Succinovibro dextrinsolvens, Bacillus cereus, Lactobacillus acidophilus, Enterococus faecium em carbonato de cálcio); Bact+Lev - 10g (Bactérias e veículo inerte associado a 6x109/g de células vivas e 2x108/g de células mortas de Sacharomyces cerevisiae) ou Controle - 10g de carbonato de cálcio. Os tratamentos foram ofertados a cada vaca em cápsulas por ingestão forçada duas vezes por dia. Não houve diferença no consumo de matéria seca (CMS) entre as dietas experimentais e a média geral foi de 20,5±0,2kg. Também não foram observadas diferenças para a média de produção (P=0,66) e composição do leite. A suplementação de vacas em lactação com bactérias tendeu a reduzir o pH ruminal (P=0,08). No entanto, associação de bactérias com leveduras tendeu a reduzir o teor de nitrogênio ureico do leite (NUL, P=0,12). A suplementação com leveduras aumentou o tempo diário de mastigação (P=0,02) e a mastigação por unidade de CMS (P=0,06). Não houve diferença entre tratamentos, nas digestibilidades da matéria seca (DMS), da matéria orgânica (DMO), da fibra detergente neutro(FDN) e da matéria orgânica não FDN(DMOnFDN). Portanto, o uso de aditivos microbianos para inclusão direta (DFM) nesse estudo não evidenciou resposta em desempenho e digestibilidade, em animais em balanço energético positivo e sem grandes desafios. | |
| local.publisher.initials | UFMG |
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