Access to emergency care services: a transversal ecological study about brazilian emergency health care network

dc.creatorThiago Augusto Hernandes Rocha
dc.creatorRejane Christine de Sousa Queiroz
dc.creatorMarta Rovery de Souza
dc.creatorAdriana Lein
dc.creatorNicole Toomey
dc.creatorCatherine Staton
dc.creatorJoão Ricardo Nickenig Vissoci
dc.creatorLuiz Augusto Facchini
dc.creatorNúbia Cristina da Silva
dc.creatorPedro Vasconcelos Maia do Amaral
dc.creatorAllan Claudius Queiroz Barbosa
dc.creatorJoão Victor Muniz Rocha
dc.creatorViviane Alvares
dc.creatorDante Grapiuna de Almeida
dc.creatorElaine Thume
dc.creatorErika Bárbara Abreu Fonseca Thomaz
dc.date.accessioned2022-07-20T13:59:48Z
dc.date.accessioned2025-09-08T23:04:13Z
dc.date.available2022-07-20T13:59:48Z
dc.date.issued2017
dc.description.abstractEstudos de geografia da saúde são importantes no planejamento e alocação de serviços de saúde de emergência. A distribuição geográfica das unidades de saúde é um fator importante no acesso oportuno e de qualidade aos serviços de emergência; portanto, o presente estudo analisou a rede de atenção à saúde de urgência no Brasil, focando a análise nas funções dos pequenos hospitais (HS). Desenho do estudo: Estudo ecológico transversal. Métodos: Os dados foram coletados em 9.429 hospitais, sendo 3.524 SS e 5.905 centros de alta complexidade (HCCs). Para fins analíticos, consideramos quatro especialidades ao examinar os proxies de capacidade de atendimento de emergência: adulto, pediatria, neonatal e obstétrica. Analisou-se a distribuição espacial dos hospitais, identificando municípios que dependem exclusivamente de SS e a distância dessas cidades aos ACS. Resultados: Mais de 14 e 30 milhões de pessoas estavam a pelo menos 120 km de HCCs com unidade de terapia intensiva (UTI) adulto e UTI pediátrica, respectivamente. Para distribuição de cuidados neonatais, 12% da população estava a mais de 120 km de uma unidade de saúde com UTI neonatal. A situação da maternidade é diferente de outras especialidades, onde 81% das a população total brasileira estava a 1 hora ou menos dessas unidades de saúde. Conclusão: Nossos resultados evidenciaram uma polarização na distribuição das unidades de saúde brasileiras. Há uma concentração de hospitais em áreas urbanas mais desenvolvidas e de acesso lacunas nas áreas rurais e na região amazônica. Nossos resultados demonstram que a distribuição dos serviços de emergência no Brasil não está facilitando o acesso da população devido às barreiras geográficas associadas às grandes distâncias.
dc.identifier.doi10.1016/j.puhe.2017.07.013
dc.identifier.issn0033-3506
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/43460
dc.languageeng
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.relation.ispartofPublic Health
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectEmergências médicas
dc.subjectAtenção à saúde
dc.subjectHospitais
dc.subjectPediatria
dc.subjectNeonatologia
dc.subjectObstetrìcia
dc.subject.otherSpatial analys
dc.subject.otherEvaluation
dc.subject.otherHealthcare evaluation mechanisms
dc.subject.otherEmergency health services
dc.subject.otherAccess to health services
dc.subject.otherHospitals
dc.titleAccess to emergency care services: a transversal ecological study about brazilian emergency health care network
dc.title.alternativeAcesso aos serviços de pronto atendimento: um estudo ecológico transversal sobre a rede brasileira de atendimento de emergência.
dc.typeArtigo de periódico
local.citation.epage15
local.citation.issue2017
local.citation.spage9
local.citation.volumeI53
local.description.resumoStudies of health geography are important in the planning and allocation of emergency health services. The geographical distribution of health facilities is an important factor in timely and quality access to emergency services; therefore, the present study analyzed the emergency health care network in Brazil, focusing the analysis at the roles of small hospitals (SHs). Study design: Cross-sectional ecological study. Methods: Data were collected from 9429 hospitals of which 3524 were SHs and 5905 were high-complexity centers (HCCs). For analytical purposes, we considered four specialties when examining the proxies of emergency care capability: adult, pediatrics, neonatal, and obstetric. We analyzed the spatial distribution of hospitals, identifying municipalities that rely exclusively on SHs and the distance of these cities from HCCs. Results: More than 14 and 30 million people were at least 120 km away from HCCs with an adult intensive care unit (ICU) and pediatric ICU, respectively. For neonatal care distribution, 12% of the population was more than 120 km away from a health facility with a neonatal ICU. The maternities situation is different from other specialties, where 81% of the total Brazilian population was within 1 h or less from such health facilities. Conclusion: Our results highlighted a polarization in distribution of Brazilian health care facilities. There is a concentration of hospitals in urban areas more developed and access gaps in rural areas and the Amazon region. Our results demonstrate that the distribution of emergency services in Brazil is not facilitating access to the population due to geographical barriers associated with great distances.
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentFCE - DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS ADMINISTRATIVAS
local.publisher.departmentFCE - DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS ECONÔMICAS
local.publisher.initialsUFMG
local.url.externahttp://www.publichealthjrnl.com/article/S0033-3506(17)30242-1/fulltext

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