As transformações na cidade de Belo Horizonte e a perda dos lugares: a Feira Permanente de Amostras (1936-1964)

dc.creatorFelipe Carneiro Munaier
dc.date.accessioned2019-08-13T05:35:00Z
dc.date.accessioned2025-09-08T23:00:58Z
dc.date.available2019-08-13T05:35:00Z
dc.date.issued2014-04-28
dc.description.abstractThis study seeks, through an interdisciplinary approach, relate mainly the concepts of history, memory, identity, heritage and historical time, with the objective of analyze the Permanent Sample Fair as a place that was part of the daily life of Belo Horizonte city and that is, at present, capable of join dispersed memories. The Permanente Sample Fair was created in 1936, from a political project of economic modernization. Be a showcase of the State economy, a place of advertisement, would be its apparent main objective. But in practice, the Permanent Sample Fair has gained new meaning and different uses, making it also a place of recreation. The Permanent Sample Fair was built to replace the old Municipal Market and it worked until the mid-1960s, in Rio Branco Square, where later was built the Governador Israel Pinheiro Bus Terminal. The city of Belo Horizonte is characterized by constants urban transformations that imply the loss of places. It is front this scenario that the research proposes a reflection concerning issues of memory.
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/AMFE-9MANNU
dc.languagePortuguês
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectMemória
dc.subjectPatrimônio cultural
dc.subjectIdentidade
dc.subject.otherMemória
dc.subject.otherFeira Permanente de Amostras
dc.subject.otherPatrimônio
dc.subject.otherIdentidade
dc.titleAs transformações na cidade de Belo Horizonte e a perda dos lugares: a Feira Permanente de Amostras (1936-1964)
dc.typeDissertação de mestrado
local.contributor.advisor-co1Mario Cleber Martins Lanna Junior
local.contributor.advisor1Marco Antonio Penido de Rezende
local.contributor.referee1Ivo Porto de Menezes
local.contributor.referee1Thais Velloso Cougo Pimentel
local.description.resumoEste estudo busca, através de uma abordagem interdisciplinar, relacionar principalmente os conceitos de história, memória, identidade, patrimônio e tempo histórico, com o objetivo de analisar a Feira Permanente de Amostras como um lugar que fez parte do cotidiano da cidade de Belo Horizonte e que é, no presente, capaz de unir memórias dispersas. A Feira de Amostras foi criada em 1936, a partir de um projeto político de modernização econômica. Ser um mostruário da economia mineira, um lugar de propaganda, seria seu aparente objetivo principal. Mas, na prática, a Feira de Amostras foi ressignificada e ganhou diferentes usos e sentidos, tornando-se também um lugar de lazer. A Feira de Amostras foi construída em substituição ao antigo Mercado Municipal e funcionou até meados da década de 1960, na Praça Rio Branco, local onde posteriormente foi construído o Terminal Rodoviário Governador Israel Pinheiro. A cidade de Belo Horizonte é caracterizada por constantes transformações urbanas que implicam na perda de lugares. É diante desse cenário que a pesquisa propõe uma reflexão em torno da problemática da memória.
local.publisher.initialsUFMG

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