Ácido metilmalônico no diagnóstico das anemias megaloblásticas

dc.creatorCaroline Pereira Domingueti
dc.creatorAna Paula Salles Moura Fernandes
dc.creatorKarina Braga Gomes Borges
dc.creatorLuci Maria SantAna Dusse
dc.creatorMaria das Graças Carvalho
dc.date.accessioned2022-10-17T13:06:40Z
dc.date.accessioned2025-09-08T23:27:12Z
dc.date.available2022-10-17T13:06:40Z
dc.date.issued2018
dc.description.abstractThe main causes of megaloblastic anemia are the deficiencies of vitamin B12 and/or folic acid and it is very important the differential diagnosis between these deficiencies, since the administration of folic acid to patients with vitamin B12 deficiency can correct the hematologic changes, without preventing the progression of neurological disease. The neurological manifestations of vitamin B12 deficiency can occur even when plasma levels of this vitamin are within the reference values, so that it is also very important the diagnosis of subclinical disease. The determination of parameters associated with vitamin B12, such as methylmalonic acid and homocysteine, have emerged as additional tools to improve the diagnosis of subclinical disease, and has also facilitated the realization of the differential diagnosis between vitamin B12 and folic acid. Thus, the determination of these parameters is a tool with great potential to improve the diagnosis of megaloblastic anemia in clinical laboratories. Considering the limitations related to the determination and interpretation of plasma levels of vitamin B12, the main objective of this review is to alert the professionals who deal with this issue on the importance of subclinical disease and the latest laboratory methods potentially applicable for improving the diagnosis of this condition. However, many gaps still exist regarding the proper approach and confirmation of suspected cases of vitamin B12 deficiency and/or folic acid, which undoubtedly will demand further study.
dc.format.mimetypepdf
dc.identifier.issn2448-3877
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/46234
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.relation.ispartofRevista Brasileira de Análises Clínicas
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectHematologia
dc.subjectAnemia megaloblástica
dc.subjectVitamina B 12
dc.subjectÁcido fólico
dc.subject.otherÁcido fólico
dc.subject.otherÁcido metilmalônico
dc.subject.otherHomocisteína
dc.subject.otherAnemia megaloblástica
dc.titleÁcido metilmalônico no diagnóstico das anemias megaloblásticas
dc.title.alternativeMethylmalonic acid in diagnosis of megaloblastic anemias
dc.typeArtigo de periódico
local.citation.epage89
local.citation.issue2, supl. 2
local.citation.spage83
local.citation.volume50
local.description.resumoAs principais causas de anemia megaloblástica consistem nas deficiências de vitamina B12 e/ou de ácido fólico, sendo muito importante o diagnóstico diferencial entre estas deficiências, já que a administração de ácido fólico a pacientes com deficiência de vitamina B12 pode corrigir as alterações hematológicas sem impedir a progressão da doença neurológica. As manifestações neurológicas da deficiência de vitamina B12 podem ocorrer mesmo quando os níveis plasmáticos desta vitamina estão dentro dos valores de referência, de modo que também é muito importante o diagnóstico da doença subclínica. A determinação de parâmetros associados à vitamina B12, como ácido metilmalônico e homocisteína, tem emergido como ferramenta adicional para melhorar o diagnóstico desta doença subclínica como também tem facilitado a realização do diagnóstico diferencial entre as deficiências de vitamina B12 e de ácido fólico. Dessa forma, a determinação destes parâmetros constitui uma ferramenta com grande potencialidade para aperfeiçoar o diagnóstico das anemias megaloblásticas nos laboratórios clínicos. Considerando as limitações relacionadas à determinação e interpretação dos níveis plasmáticos de vitamina B12, o principal objetivo desta revisão consiste em alertar os profissionais que lidam com esta questão sobre a importância da doença subclínica e dos métodos laboratoriais mais recentes potencialmente aplicáveis para melhorar o diagnóstico desta condição. Todavia, muitas lacunas ainda persistem quanto à devida abordagem e confirmação de casos suspeitos de deficiência de vitamina B12 e/ou ácido fólico, o que indubitavelmente demanda estudos adicionais.
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentFAR - DEPARTAMENTO DE ANÁLISES CLÍNICAS E TOXICOLÓGICAS
local.publisher.departmentICB - DEPARTAMENTO DE MICROBIOLOGIA
local.publisher.initialsUFMG
local.url.externahttps://www.rbac.org.br/suplementos/2-supl-2/

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