Michel Foucault e a resistência política : contracondutas, atitude crítica e insurreição iraniana
| dc.creator | Ester Mariana dos Santos Joaquim | |
| dc.date.accessioned | 2023-07-03T01:17:40Z | |
| dc.date.accessioned | 2025-09-08T23:59:16Z | |
| dc.date.available | 2023-07-03T01:17:40Z | |
| dc.date.issued | 2023-03-29 | |
| dc.identifier.uri | https://hdl.handle.net/1843/55666 | |
| dc.language | por | |
| dc.publisher | Universidade Federal de Minas Gerais | |
| dc.rights | Acesso Aberto | |
| dc.subject | Filosofia - Teses | |
| dc.subject | Poder (Filosofia) - Teses | |
| dc.subject | Foucault, Michel, 1926-1984 | |
| dc.subject.other | Resistência | |
| dc.subject.other | Poder | |
| dc.subject.other | Contraconduta | |
| dc.subject.other | Atitude crítica | |
| dc.subject.other | Governamentalidade | |
| dc.subject.other | Revolução iraniana | |
| dc.title | Michel Foucault e a resistência política : contracondutas, atitude crítica e insurreição iraniana | |
| dc.type | Dissertação de mestrado | |
| local.contributor.advisor1 | Helton Machado Adverse | |
| local.contributor.advisor1Lattes | http://lattes.cnpq.br/3325441375860351 | |
| local.contributor.referee1 | Marco Antônio Sousa Alves | |
| local.contributor.referee1 | Andityas Soares de Moura Costa Matos | |
| local.creator.Lattes | http://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.do?id=K4460670A1&tokenCaptchar=03AL8dmw-U-7ENayTQdUNDAB0kIkY5DldxtE7GtgCApBNDxGr8rT06cnGOWwVrVUccvz1rNMEZpp7D5J6LuM0ep92oh4n6Irp1_CFO7hw-XRcvCBZMXbqMU8OwRHCbT6qOFtZgSw3lPLiDCfHTJ4qUoXXlwV59RI-s2k2ZUknq_543LhkfCjCaJ4_Xo_MxFNVR6AzpUtfTYXdbDDz0PyJ4qtWxusrfUFqTK2hQT0crfMG9c9Hs4Iz_9DgjRqU01qXL5NQh3NP3MCSfm0oDuLeDpjEZElBHOWFiE7AHMSazNYZKsNNwbdD7GUwmbocJPsb0S2tYG2p8rpnnjRN64ILflqrtZgUi6AkMRCbSYB7ZGTU97p7MN84ZnQV5wU5GdbtFUmbFCgA1AB2oNnzzHguR_qtv22NizkyftaNZNd07334uwz8tyuEbmzzR1VWHkX7zLHQeBl8Pk8ymHSdWzPQLWqTrpmay9vamK9VHtCACcXM0HFZnidPpVFt6KGbWru8OT-usWd_6qcJ0Pm6J19RYtDROwBHj47fQtEx059BoIvrNdKHBqLwWW-VkCWnjQEBksOmK3lDC1O9m0zYcqmywTSdlCzCi8I43lbjMwtJePuB_UIVLmpgz6m1cZJOlQ1e2_LYr6cAiVX2t | |
| local.description.resumo | A presente dissertação parte da tese foucaultiana de que “não há poder sem resistência”. Nossa hipótese é de que: a resistência deve ser entendida como fio condutor do pensamento político de Foucault. É a partir daí, também, que é possível compreender melhor outras noções foulcaultinanas, tais como: revolução, contraconduta, levante, insurreição, luta, atitude crítica, desassujeitamento, liberdade. De acordo com Foucault, o poder não deve ser analisado como sendo da ordem de uma representação do poder soberano, da lei ou da dominação. Em relação de imanência com o poder, representando o outro termo nessas relações, estão os diferentes pontos de resistência. Dessa forma, a resistência é tão produtiva quanto o poder. Com isso em mente, a pesquisa enfocou o ano de 1978, que corresponde ao curso no Collège de France: Segurança, território, população e aos textos iranianos. Tal recorte acompanha a inflexão realizada por Foucault em seu percurso intelectual. A partir desse momento, a questão da subjetividade ganha relevo, assim como a resistência ganha proeminência, sobretudo, sob a forma de uma investigação sobre os modos de autoconstituição do sujeito. Isso é possível, também, porque Foucault alarga sua concepção de poder, ou melhor, realiza um deslocamento estratégico, introduzindo o conceito de governo e de governamentalidade. Podemos ver, a partir de então, como se articulam poder, resistência, subjetividade e liberdade. Observou-se que a tese foucaultina sobre o poder/resistência possui dois desdobramentos: um político e um ético, que foram apontados ao longo do texto. São essas aberturas que permitem compreender que o sujeito é constituído, mas também constitui a si mesmo; da mesma forma que o poder constrói a realidade, sempre há a possibilidade de uma reconfiguração das relações de poder. Há, aqui, uma compreensão do político em que o confronto não é acidental. A resistência é aquilo mesmo que integra a política, é o que estrutura as relações poder. O poder só é poder na medida em que inclui a sua negação na forma da resistência. Isso é o que permite redimensionar a relação entre subjetividade e poder. | |
| local.publisher.country | Brasil | |
| local.publisher.department | FAF - DEPARTAMENTO DE FILOSOFIA | |
| local.publisher.initials | UFMG | |
| local.publisher.program | Programa de Pós-Graduação em Filosofia |
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