A reforma universitária de 1918 e a extensão universitária na perspectiva da descolonização do pensamento latino americano
| dc.creator | Maria Das Dores Pimentel Nogueira | |
| dc.date.accessioned | 2022-02-22T21:06:21Z | |
| dc.date.accessioned | 2025-09-09T00:57:50Z | |
| dc.date.available | 2022-02-22T21:06:21Z | |
| dc.date.issued | 2018 | |
| dc.format.mimetype | ||
| dc.identifier.issn | 18538088 | |
| dc.identifier.uri | https://hdl.handle.net/1843/39588 | |
| dc.language | por | |
| dc.publisher | Universidade Federal de Minas Gerais | |
| dc.relation.ispartof | Revista E+E: Estudios De Extensión En Humanidades | |
| dc.rights | Acesso Aberto | |
| dc.subject | Educação | |
| dc.subject | Reforma de Córdoba | |
| dc.subject | Extensão Universitária | |
| dc.subject | Descolonização do pensamento | |
| dc.subject.other | universidade/América Latina | |
| dc.title | A reforma universitária de 1918 e a extensão universitária na perspectiva da descolonização do pensamento latino americano | |
| dc.type | Artigo de periódico | |
| local.citation.epage | 48 | |
| local.citation.issue | 6 | |
| local.citation.spage | 29 | |
| local.citation.volume | 5 | |
| local.description.resumo | Os Estudos Pós-Coloniais Latino-Americanos surgem nas Américas dialogando com os movimentos de descolonização na Ásia e na África e a eles se somam os pensadores do movimento Modernidade/Colonialidade1 . “Questionam, dentre outras coisas, os sujeitos e o locus de enunciação; contestam a geopolítica do conhecimento moderno e lutam contra a herança colonial que se funda na racialização e na racionalização, e se sedimenta na colonialidade.” (SILVA, 2013) Desvelam o legado epistemológico do eurocentrismo que inferioriza o pensamento produzido fora do continente europeu, impedindo os homens de compreender o mundo a partir de sua realidade e das epistemes que lhe são próprias. A invasão da América pelos povos ibéricos, depois por ingleses e franceses, instaurou uma matriz mundial de dominação fundamentada num processo de colonialismo e colonização das terras e da gente que nelas vivia. Forjou-se a ideia da Europa/Ocidente como o lugar ideal, cuja história local é descrita como história universal. Cria-se uma racialização em que o modelo é o homem branco-europeu-civilizado-cristão; o único capaz de produzir ciência, conhecimento e cultura. O processo de racialização hierarquizou as raças: o branco, superior, o índio e o negro como seres inferiores. Assim, se legitimou a invasão das Américas, a posse de suas terras, a espoliação de suas riquezas, a matança de sua gente. | |
| local.publisher.country | Brasil | |
| local.publisher.department | ECI - ESCOLA DE CIENCIA DA INFORMAÇÃO | |
| local.publisher.initials | UFMG | |
| local.url.externa | http://https://revistas.unc.edu.ar/index.php/EEH/issue/view/1705 |
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