Tomás de Aquino: "Comentário às sentenças de Pedro Lombardo", Livro II, distinção 1, questão 1, artigo 5

dc.creatorTadeu Mazzola Verza
dc.date.accessioned2022-07-07T22:31:34Z
dc.date.accessioned2025-09-09T00:07:36Z
dc.date.available2022-07-07T22:31:34Z
dc.date.issued2019-12-31
dc.format.mimetypepdf
dc.identifier.doihttps://doi.org/10.13102/ideac.v1i40.4383
dc.identifier.issn2359-6384
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/43049
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.relation.ispartofRevista Ideação
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectTomás, de Aquino, Santo, 1225?-1274
dc.subjectPedro Lombardo, Bispo de Paris, ca. 1100-1160
dc.titleTomás de Aquino: "Comentário às sentenças de Pedro Lombardo", Livro II, distinção 1, questão 1, artigo 5
dc.typeArtigo de periódico
local.citation.epage119
local.citation.issue40
local.citation.spage105
local.citation.volume1
local.description.resumoApresenta-se aqui uma tradução do Comentário às Sentenças de Pedro Lombardo, de Tomás de Aquino, mais especificamente do Livro II, distinção 1, questão 1, art. 5. Neste texto Tomás dedica-se à discussão sobre a possibilidade do mundo ser eterno, tema recorrentemente tratado por ele e que tem uma solução mais original no opúsculo De aeternitate mundi. A importância do texto está não apenas na mobilização dos argumentos, cuja diversidade rivaliza com a da Suma contra os gentios, mas também porque se trata da primeira vez que Tomás aborda o assunto. O que chama a atenção nele é a proximidade de Tomás a Maimônides quanto ao estatuto das provas relativas à eternidade e à criação. Tomás usa da parábola do menino na ilha do Guia dos perplexos II.17 para, assim como Maimônides, sustentar que tais teses não são cientificamente demonstráveis, uma vez que do estado perfeito e acabado de algo não se tem conhecimento de seu estado anterior. O que é digno de nota é que apesar de Tomás manter esta posição, a parábola não é usada em nenhum outro momento de suas obras, com exceção de uma reportatio do final de sua vida, a Expositio in Symbolum Apostolorum. Destaca-se, no entanto, uma diferença: enquanto para Maimônides a parábola dizia respeito à limitação da razão humana, Tomás via os filósofos defensores da eternidade do mundo na figura do menino e julgava que o que eles cometiam era um erro.
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentFAF - DEPARTAMENTO DE FILOSOFIA
local.publisher.initialsUFMG
local.url.externahttp://periodicos.uefs.br/index.php/revistaideacao/article/view/4383

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