Espaço, memória e luta: ativismos e práticas espaciais em Belo Horizonte (1960 a 1983)

dc.creatorLaís Grossi de Oliveira
dc.date.accessioned2024-07-17T13:12:22Z
dc.date.accessioned2025-09-09T01:32:24Z
dc.date.available2024-07-17T13:12:22Z
dc.date.issued2023-10-30
dc.description.abstractThe city results from the collective efforts of various agents, classes, and groups. However, the dominant historiography, along with the archives that compile supporting documents, not by chance, continues to prioritize the narratives of a specific subset of individuals: those to whom rights of voice, word, image, and memory have been bestowed. Among those who remain absent and silenced, I seek to historicize the struggles and activism that unfolded in Belo Horizonte and its Metropolitan Region between 1960 and 1983. This analysis is anchored in three key pillars: the struggles themselves (comprising their agendas, modes of organization, and participants); their utilization of space as an integral part of their strategic toolkit; and the historical context within which they unfolded. The aim is to uncover the various ways in which space and activism intersect, seeking to comprehend how and why certain spaces within the capital of Minas Gerais are chosen, as well as specific spatial practices of resistance, valorization, and struggle by indeterminate agents and social groups aiming to amplify their demands. When addressing past activism, including its strategies for appropriating space and the associated meanings, the primary challenge arises from its invisibility or omission within official historiography. Therefore, the archives of the DOPS/MG Fund and the Minas Gerais State Secretariat for Public Security Fund SESP/MG serve as initial reference points. In addition, we integrated reports compiled by fellow researchers, as well as the biographies or autobiographies of activists or groups that were active during the analysis period, into these narratives. Consequently, the intention is to create connections and rectify the historiography of Belo Horizonte and the Metropolitan Region, drawing upon the historical recovery of their struggles and activism by an indeterminate collective.
dc.description.sponsorshipCAPES - Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/70801
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectHistoriografia
dc.subjectDitadura – Arquivos
dc.subjectAtivismo
dc.subjectBelo Horizonte, Região Metropolitana de (MG)
dc.subject.otherAtivismo
dc.subject.otherHistoriografia urbana
dc.subject.otherArquivos
dc.subject.otherBelo Horizonte
dc.titleEspaço, memória e luta: ativismos e práticas espaciais em Belo Horizonte (1960 a 1983)
dc.typeTese de doutorado
local.contributor.advisor-co1Junia Maria Ferrari de Lima
local.contributor.advisor1Heloisa Soares de Moura Costa
local.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/5436929276473133
local.contributor.referee1Gabriela Leandro Pereira
local.contributor.referee1Philippe Maurice Hugo Marie Urvoy de Portzamparc
local.contributor.referee1Rita de Cássia Lucena Velloso
local.contributor.referee1Felipe Nunes Coelho Magalhães
local.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/4013521611155726
local.description.resumoA cidade é fruto da construção coletiva de diferentes agentes, classes e grupos. No entanto, a historiografia dominante e os arquivos que reúnem os documentos que a subsidiam, não por acaso, ainda priorizam as narrativas de parte dos sujeitos: aqueles aos quais foram atribuídos direitos à voz, à palavra, à imagem e à memória. Dentre os ausentes e silenciados, busco historicizar as lutas e ativismos em Belo Horizonte e sua Região Metropolitana com atuação entre 1960 e 1983. A análise assenta-se em três pilares: as próprias lutas (suas pautas, formas de organização e sujeitos); sua apropriação do espaço como parte de um repertório de ação e o contexto histórico em que se desenvolveram. Busca-se identificar as diferentes formas nas quais espaço e ativismos se articularam, afim de compreender como e porque determinados espaços da capital mineira e certas práticas espaciais de resistência, de valorização e de luta são escolhidos por agentes e grupos sociais em busca de publicizar suas demandas. Ao lidarmos com os ativismos do passado, os significados atribuídos ao espaço e suas formas de apropriação, o primeiro problema a ser enfrentado é sua invisibilidade ou ausência na historiografia oficial. Diante disso, foram utilizados como ponto de partida os arquivos dos Fundos do DOPS/MG e da Secretaria de Estado da Segurança Pública de Minas Gerais, SESP/MG. A tais narrativas, foram incorporados ainda relatos colhidos por outras pesquisadoras e pesquisadores e biografias ou autobiografias de militantes ou grupos com atuação no período de análise. Intenta-se, portanto, criar costuras e reparos na historiografia de Belo Horizonte e Região Metropolitana a partir da recuperação histórica de suas lutas e ativismos.
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentIGC - DEPARTAMENTO DE GEOGRAFIA
local.publisher.initialsUFMG
local.publisher.programPrograma de Pós-Graduação em Geografia

Arquivos

Pacote original

Agora exibindo 1 - 1 de 1
Carregando...
Imagem de Miniatura
Nome:
Grossi de Oliveira_Lais.pdf
Tamanho:
74.88 MB
Formato:
Adobe Portable Document Format

Licença do pacote

Agora exibindo 1 - 1 de 1
Carregando...
Imagem de Miniatura
Nome:
license.txt
Tamanho:
2.07 KB
Formato:
Plain Text
Descrição: