Transferência adotiva dos efeitos indiretos da exposição parenteral a antígenos tolerados

dc.creatorAndre Pires da Cunha
dc.date.accessioned2019-08-09T23:18:51Z
dc.date.accessioned2025-09-09T01:33:52Z
dc.date.available2019-08-09T23:18:51Z
dc.date.issued2005-02-23
dc.description.abstractParenteral exposure to antigens to which oral tolerance had been previously induced affects (inhibits) immunological activities connected to unrelated antigens, a phenomenon we have called indirect effects of oral tolerance (Carvalho, et al., 1994). Herein, we investigated the possibility of adoptively transferring oral tolerance and its indirect effects to normal or previously irradiated syngeneic recipients, by spleen cells. Both oral tolerance and its indirect effects were transferred only to irradiated recipients and a larger number of cells was necessary for the transfer of the indirect effects, which suggests the participation of more complex cellular interactions in these effects. In nonirradiated recipients, there is a barrier (syngeneic barrier) that impairs the functional implantation of transferred cells, interfering with their specific immunological activities. We also studied the distribution patterns of transferred cells in different lymphoid organs from recipient mice, by CFSE labeling. In irradiated recipients, independently of the origin of transferred cells, the percentage of labeled cells was higher, in every studied organ. However, the absolute number was a little higher in nonirradiated recipients. Recipients of cells from nontolerant donors displayed a decrease, both in the percentage and in the absolute number of CFSE labeled cells on the third day after cell transference, as compared to recipients of cells from tolerant donors. This suggests different dynamics of decay of adoptively transferred cells from tolerant or non-tolerant donors. Phenomena such as the syngeneic barrier and the indirect effects of oral tolerance will be better understood in models that describe the interdependence among the components of the immune system.
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/CMFC-7X4KM6
dc.languagePortuguês
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectImunossupressão
dc.subjectBioquímica
dc.subjectTolerância imunológica
dc.subjectTratamento parenteral
dc.subject.othertolerância oral
dc.subject.otherbarreira singênica
dc.subject.othertransferência adotiva
dc.subject.otherefeitos indiretos
dc.titleTransferência adotiva dos efeitos indiretos da exposição parenteral a antígenos tolerados
dc.typeDissertação de mestrado
local.contributor.advisor1Nelson Monteiro Vaz
local.contributor.referee1Alfredo Miranda de Goes
local.contributor.referee1Tomaz Aroldo da Mota Santos
local.description.resumoA exposição parenteral a antígenos para os quais a tolerância oral foi previamente induzida afeta (inibe) atividades imunológicas ligadas a antígenos não relacionados, fenômeno que denominamos efeitos indiretos da tolerância oral (Carvalho, et al., 1994). Investigamos a possibilidade de transferir a tolerância oral e seus efeitos indiretos para receptores singênicos normais ou previamente irradiados por transfusão de células do baço. Tanto a tolerância oral, quanto seus efeitos indiretos, foram transferidos apenas para receptores irradiados, sendo que os efeitos indiretos requisitaram um maior número de células, o que sugere o envolvimento de um maior número de interações celulares nos efeitos indiretos. Em receptores não-irradiados existe uma barreira (barreira singênica) que impede a implantação funcional das células transferidas, interferindo em suas atividades imunológicas específicas. O padrão de distribuição das células transferidas em diferentes órgãos linfóides foi estudado por marcação com CFSE. Nos receptores irradiados, a porcentagem de células marcadas era maior em todos os órgãos estudados, independentemente se provindas de doadores tolerantes ou não-tolerantes. Entretanto, o número absoluto tende a ser um pouco maior nos receptores não irradiados. Animais receptores de células de doadores não-tolerantes, no terceiro dia após a transferência, apresentaram uma redução, tanto na porcentagem quanto no número absoluto de células marcadas com CFSE, quando comparados com os receptores de células de doadores tolerantes. Isto sugere que há diferenças na dinâmica de decaimento das células transferidas de doadores tolerantes ou não-tolerantes. Fenômenos como a barreira singênica e os efeitos indiretos da tolerância oral talvez sejam melhor entendidos em modelos que descrevam a interdependência dos componentes do sistema imune.
local.publisher.initialsUFMG

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