Impacto de machos de abelhas oligoléticas na polinização de Calibrachoa elegans (Solanaceae)

dc.creatorLetícia Cândida Pataca
dc.date.accessioned2021-04-13T17:38:23Z
dc.date.accessioned2025-09-09T00:34:09Z
dc.date.issued2020-12-15
dc.description.abstractWe studied the association between Calibrachoa elegans (Miers) (Solanaceae) and Hexantheda missionica (Oglobin 1948) (Colletidae, Neopasiphaeinae) in Campo Rupestre of Minas Gerais, a highly specialized interaction between a plant and an oligolectic bee. The performance of male oligolectic bees as pollinators is poorly understood. Therefore, this work aims to investigate the role played by males of the bee H. missionica as pollinators of its host plant. We ask: What are the types of floral visits by males and in which they touch the stigma and can transfer pollen? What is the impact of stamen and style cutting behavior on dormitory flowers on the fruit and seed set of C. elegans? Our results show that male bees can enter the flowers of C. elegans to drink nectar in 16% of cases, during inspection flights in search for females. After visits, they leave the flowers containing pollen grains adhered to their body. When entering another flower to drink nectar, they can contact its stigma and, thus, transfer pollen grains and promote pollination. Therefore, although males of H. missionica are not as efficient pollinators as females, whose pollination rate in a single visit is 40% and 93%, respectively, they also pollinate C. elegans. To take shelter inside the flower, the bee cuts the stamens and the style with their jaws. This behavior induces the senescence of flowers. Males that cut flowers on the first day of anthesis can impact them negatively, since the pollen tube has not yet reached the ovary in less than 24 hours. However, only 33% of the males preferred flowers from the first day of anthesis, which indicates a low negative impact on flowers of C. elegans.
dc.description.sponsorshipCAPES - Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/35667
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Restrito
dc.subjectAbelhas
dc.subjectPolinização
dc.subjectComportamento
dc.subjectSolanaceae
dc.subject.otherOligoletia
dc.subject.otherComportamento
dc.subject.otherPolinização por machos
dc.subject.otherDormitórios de machos
dc.titleImpacto de machos de abelhas oligoléticas na polinização de Calibrachoa elegans (Solanaceae)
dc.typeDissertação de mestrado
local.contributor.advisor-co1Reisla Oliveira
local.contributor.advisor1Clemens Schlindwein
local.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/2528061531430488
local.contributor.referee1Isabel Alves dos Santos
local.contributor.referee1Fernando Cesar Vieira Zanella
local.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/7630519434237158
local.description.embargo2021-12-15
local.description.resumoEstudamos a associação entre Calibrachoa elegans (Miers) (Solanaceae) e Hexantheda missionica (Oglobin 1948) (Colletidae, Neopasiphaeinae) no Campo Rupestre de Minas Gerais, um exemplo de interação altamente especializada entre planta e abelha oligolética. O desempenho dos machos de abelhas oligoléticas como polinizadores é pobremente conhecido. Este trabalho tem por objetivo a investigação do papel desempenhado pelos machos da abelha H. missionica como polinizadores da planta C. elegans. Perguntamos: Quais são os tipos de visitas florais dos machos e em quais eles tocam o estigma e podem transferir pólen? Qual o impacto do comportamento de corte de estames e estiletes nas flores para dormitório, na frutificação e formação de sementes de C. elegans? Enquanto realizam voos de vistoria em busca de fêmeas, podem, em 16% dos casos, entrar nas flores de C. elegans para tomar néctar. Com isso, saem das flores contendo grãos de pólen aderidos ao seu corpo. Ao entrar em outra flor para tomar néctar, podem contactar o estigma da flor e, assim, transferir grãos de pólen e promover a polinização. Portanto, embora machos de H. missionica não sejam tão eficientes polinizadores quanto as fêmeas, cuja taxa de polinização em visita única é de 40% e 93%, respectivamente, eles também polinizam C. elegans. Para se abrigar dentro da flor, a abelha corta os estames e o estilete com suas mandíbulas. Esse comportamento induz a precoce senescência das flores. Machos que cortam as flores de primeiro dia podem causar um impacto negativo, uma vez que o tubo polínico ainda não atingiu o ovário em menos de 24 horas. Entretanto, apenas 33% dos machos preferem flores do primeiro dia, mostrando um baixo impacto negativo em flores de C. elegans.
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentICB - DEPARTAMENTO DE BOTÂNICA
local.publisher.initialsUFMG
local.publisher.programPrograma de Pós-Graduação em Biologia Vegetal

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