Fundamentos para a padronização de injeção de meio contraste na angiotomografia

dc.creatorWarley Ferreira Felix
dc.creatorMaria Auxiliadora Fortini Veloso
dc.creatorMarcos Eugênio Silva Abrantes
dc.creatorRamon Vitor Miranda
dc.creatorDayane E Ribeiro
dc.date.accessioned2023-11-24T19:35:47Z
dc.date.accessioned2025-09-09T00:31:39Z
dc.date.available2023-11-24T19:35:47Z
dc.date.issued2022
dc.format.mimetypepdf
dc.identifier.isbn9786559415762
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/61365
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.relation.ispartofSemana Nacional de Engenharia Nuclear e da Energia e Ciências das Radiações
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectAngiografia por tomografia computadorizada
dc.subjectEmbolia pulmonar
dc.subjectMeios de contraste
dc.subject.otherAngiotomografia
dc.subject.otherTEP
dc.subject.otherFluxo de injeção
dc.subject.otherNível de contrastação
dc.titleFundamentos para a padronização de injeção de meio contraste na angiotomografia
dc.typeArtigo de evento
local.citation.issue5
local.description.resumoAs angiografias por tomografia computadorizada (angiotomografias) são exames de realização complexa, onde fatores como, tempo de execução, fluxo de injeção de meio de contraste, calibre e local de punção do acesso venoso, o uso de injetoras de meio de contraste, dentre outros, interferem no desfecho dos exames, como pode ser visto neste estudo das angiotomografias para tromboembolia pulmonar (AngioTEP). Assim dessa forma, este estudo tem como objetivo analisar a influência da variação no protocolo de injeção de meio de contraste por via venosa, na leitura de densidade do meio de contraste na estrutura de interesse diagnóstico e na razão de contrastação (RZC) entre essa estrutura de interesse e artéria Aorta. No estudo realizado foram encontrados os seguintes resultados de nível médio de contrastação na estrutura de interesse e RZC, para: injeção manual 241,16 e 2,66; e para da utilização da injetora automatizada de meio de contraste foram utilizados os seguintes parâmetros de fluxo de injeção e densidade de disparo automático do exame, respectivamente: 3,5 ml.s-1 e 90 HU: 293,9 e RZC 3,68; 3,5 ml.s-1 e 70 HU: 216,87 e RZC 1,90; 4,0 ml.s-1 e 70 HU: 266,00 e RZC 1,98; 3,0 ml.s-1 e 80 HU: 250,93 e RZC 2,15; 3,5 ml.s-1 e 80 HU: 220,30 e RZC 1,50; 4,0 ml.s-1 e 80 HU: 331,99 e RZC 3,91; 4,5 ml.s-1 e 80 HU: 344,43 e RZC 4,69; 5,0 ml.s-1 e 80 HU: 334,23 e RZC 4,27. A técnica com melhor resultado tanto no nível médio de contrastação na estrutura de interesse diagnóstico quanto na RZC foi aquela que utilizou fluxo de injeção de meio de contraste de 4,5 ml.s-1 e leitura de densidade para início automático do exame em 80 HU com a contrastação de estrutura de interesse de 344,43 HU e RZC de 4,69.
local.identifier.orcidhttps://orcid.org/0000-0001-5949-6299
local.identifier.orcidhttps://orcid.org/0000-0001-8618-8195
local.identifier.orcidhttps://orcid.org/0000-0003-4044-7862
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentHCL - HOSPITAL DAS CLINICAS
local.publisher.initialsUFMG
local.url.externahttps://www.even3.com.br/anais/advs2021/459243-fundamentos-para-a-padronizacao-de-injecao-de-meio-contraste-na-angiotomografia/

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