Estudo da relação das espécies reativas de oxigênio, glutamato e medicação antioxidante com situações de dor crônica, dor aguda ou ausência de dor em seres humanos

dc.creatorTulio Vinicius de Oliveira Campos
dc.date.accessioned2019-08-09T14:12:27Z
dc.date.accessioned2025-09-08T22:48:49Z
dc.date.available2019-08-09T14:12:27Z
dc.date.issued2015-02-05
dc.description.abstractIntroduction: Investigation of chronic pain mechanisms and analgesia constitute a promising research field. Recent studies attribute to reactive oxygen species (ROS) and glutamate (GLU) a central role in pain modulation. Our study aims to evaluate the relationship amongserum and cerebrospinal fluid (CSF) ROS, CSF GLU, chronic/acute or no pain situations. In addition, we assessed the treatment of chronic pain by an antioxidant medication and influences on serum levels of ROS.Methods: Forty patients were distributed according to pain symptoms: chronic (n = 15), acute (n = 12) and no pain (n = 13). Pain was assessed by visual analogue scale (VAS) and WOMAC index (Western Ontario and McMaster Universities Osteoarthritis Index). ROS was measured by DCHF-DA essay. Statistical analysis employed Prism 5 software for Windows. Fourteen patients with knee osteoarthritis and chronic pain have taken antioxidant medication for three months. VAS, WOMAC and ROS serum levels were registered before and after treatment.Results: Analysis of maximum fluorescence and DCHF-DA curve inclination for peripheral blood and cerebrospinal fluid samples did not reveal difference among chronic, acute and no pain groups. Comparison of glutamate levels in CSF samples showed a statistically significantdifference between acute pain and the other groups. Patients who took an antioxidant medication for three months showed improvement in VAS and WOMAC index, but there was no correspondence in ROS levels. Linear correlation analysis suggested a better response in VAS for patients with long lasting pain complains. Conclusions: Higher cerebrospinal fluid GLU levels were identified in acute pain group. The antioxidant medication reduced pain in chronic group.
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/BUOS-AP6PUV
dc.languagePortuguês
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectÁcido glutamico
dc.subjectOsteoartrite
dc.subjectDor aguda
dc.subjectMedicina
dc.subjectDor crônica
dc.subjectEstresse oxidativo
dc.subjectAntioxidantes
dc.subject.otherOsteoartrite
dc.subject.otherÁcido glutâmico
dc.subject.otherEstresse oxidativo
dc.titleEstudo da relação das espécies reativas de oxigênio, glutamato e medicação antioxidante com situações de dor crônica, dor aguda ou ausência de dor em seres humanos
dc.typeDissertação de mestrado
local.contributor.advisor-co1Marco Antonio Percope de Andrade
local.contributor.advisor1Marcus Vinicius Gomez
local.contributor.referee1Marco Antonio Percope de Andrade
local.contributor.referee1Celio Jose de Castro Junior
local.contributor.referee1Guilherme Moreira de Abreu e Silva
local.description.resumoIntrodução: Estudos recentes convergem para a participação das espécies reativas de oxigênio (EROs) e do glutamato (GLU) na modulação da dor. O presente estudo tem como objetivo avaliar os níveis de EROs em células mononucleares do sangue e líquor nas situações de dor crônica, aguda ou ausência de dor. Desejou-se ainda estudar variações dos níveis liquóricos de GLU nas três situações. Por fim, estudou-se a resposta clínica à medicação antioxidante na dor crônica e sua influência na produção de EROs por células mononucleares do sangue. As hipóteses a serem testadas são de que existe um aumento das espécies reativas de oxigênio em pacientes com dor crônica, aumento do glutamato liquórico em pacientes comdor aguda e resposta analgésica em pacientes tratados com medicação antioxidante. Métodos: Quarenta pacientes com doença articular e candidatos ao tratamento cirurgico foram alocados em três grupos: dor crônica (n=15), dor aguda (n=12) e ausência de dor (n=13). A dor foi avaliada pela escala visual analógica (EVA) e índice WOMAC (WesternOntario and McMaster Universities Index of Osteoarthritis). Para determinação das EROs foi utilizado o indicador DCHF-DA. Os níveis de glutamato foram estimados pelo ensaio enzimático em que o glutamato presente no líquor sofre oxidação pela enzima glutamato desidrogenase (GDH). Para análise estatística foi utilizado o software Prism 5 for Windows. Em outro protocolo, a medicação antioxidante (ArtroTabs®) foi oferecida a 14 pacientes portadores de gonartrose por 3 meses. Foram avaliados: EVA, WOMAC e produção de EROs por células mononucleares do sangue antes e após o tratamento. Resultados: Não houve diferença na fluorescência máxima e coeficiente de inclinação da curva obtida pelo DCHF-DA para as amostras de sangue e líquor nos grupos dor crônica, dor aguda e ausência de dor. A comparação da média dos níveis de glutamato liquórico revelou diferença estatisticamente significante entre o grupo de dor aguda e os demais. Os pacientes que receberam a medicação antioxidante por três meses apresentaram melhora da EVA e do índice WOMAC, todavia não houve alteração correspondente nos níveis de EROs. Conclusões: Os níveis liquoricos de GLU são mais elevados em pacientes com dor aguda. Amedicação ArtroTabs® possivelmente reduz a dor em pacientes com dor crônica.
local.publisher.initialsUFMG

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