How can neurophysiological studies help with movement disorders characterization in clinical practice? a review

dc.creatorTalytagrippe
dc.creatorNatalia Spinola Costa da Cunha
dc.creatorPedro Renato de Paula Brandão
dc.creatorRubens Nelson Morato Fernandez
dc.creatorFrancisco Eduardo Costa Cardoso
dc.date.accessioned2024-01-18T23:05:53Z
dc.date.accessioned2025-09-08T23:18:04Z
dc.date.available2024-01-18T23:05:53Z
dc.date.issued2020
dc.description.abstractIntrodução: Os estudos neurofisiológicos são métodos auxiliares para compreender melhor as características e a natureza dos distúrbios do movimento. A eletromiografia (EMG), em associação com o eletroencefalograma (EEG) e o acelerômetro, podem ser utilizados para avaliar um espectro de movimentos hipo e hipercinéticos. Técnicas específicas podem ser aplicadas para melhor caracterizar a fenomenologia, ajudar a distinguir a origem psicogênica da orgânica e avaliar o local mais provável de geração do movimento no sistema nervoso. Objetivo: Pretendemos fornecer ao clínico uma atualização sobre ferramentas neurofisiológicas úteis para avaliar distúrbios do movimento na prática clínica. Métodos: Revisão não sistemática da literatura publicada até junho de 2019. Resultados: Uma diversidade de protocolos foi encontrada e descrita. Dentre eles, inclui-se o uso de EMG para a definição do padrão de distonia, mioclonia, mioquimia, miorritmia e painfull legs moving toes, além do uso de EMG em associação ao acelerômetro para avaliar tremor e, em associação ao EEG para avaliar mioclonia. Ademais, técnicas para medida indireta de excitabilidade cortical e do tronco encefálico ajudam a descrever e diagnosticar a fisiologia anormal da doença de Parkinson, parkinsonismo atípico, distonia e mioclonia. Conclusão: Esses estudos podem ser úteis para o diagnóstico e geralmente são subutilizados na prática neurológica
dc.format.mimetypepdf
dc.identifier.doi10.1590/0004-282x20190195
dc.identifier.issn16784227
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/63096
dc.languageeng
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.relation.ispartofArquivos de Neuro-Psiquiatria
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectMovement Disorders
dc.subjectNeurophysiology
dc.subjectDystonia
dc.subjectTremor
dc.subjectMyoclonus
dc.subject.otherMovement Disorders
dc.subject.otherNeurophysiology
dc.subject.otherDystonia
dc.subject.otherTremor
dc.subject.otherMyoclonus
dc.titleHow can neurophysiological studies help with movement disorders characterization in clinical practice? a review
dc.title.alternativeomo os exames neurofisiológicos podem ajudar na caracterização dos transtornos do movimento na prática clínica? Uma revisão
dc.typeArtigo de periódico
local.citation.epage522
local.citation.issue8
local.citation.spage512
local.citation.volume78
local.description.resumoBackground: Neurophysiological studies are ancillary tools to better understand the features and nature of movement disorders.Electromyography (EMG), together with electroencephalography (EEG) and accelerometer, can be used to evaluate a hypo and hyperkinetic spectrum of movements. Specific techniques can be applied to better characterize the phenomenology, help distinguish functional from organic origin and assess the most probable site of the movement generator in the nervous system. Objective: We intend to provide an update for clinicians on helpful neurophysiological tools to assess movement disorders in clinical practice. Methods: Non-systematic review of the literature published up to June 2019. Results: A diversity of protocols was found and described. These include EMG analyses to define dystonia, myoclonus, myokymia, myorhythmia, and painful legs moving toes pattern; EMG in combination with accelerometer to study tremor; and EEG-EMG to study myoclonus. Also, indirect measures of cortical and brainstem excitability help to describe and diagnose abnormal physiology in Parkinson’s disease, atypical parkinsonism, dystonia, and myoclonus. Conclusion: These studies can be helpful for the diagnosis and are usually underutilized in neurological practice.
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentMED - DEPARTAMENTO DE CLÍNICA MÉDICA
local.publisher.initialsUFMG
local.url.externahttps://doi.org/10.1590/0004-282X20190195

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