Crenças e expectativas de familiares sobre o futuro de crianças e adolescentes que passaram por transplante renal

dc.creatorSarah Silva Abrahão
dc.date.accessioned2019-08-12T12:22:57Z
dc.date.accessioned2025-09-09T01:25:13Z
dc.date.available2019-08-12T12:22:57Z
dc.date.issued2014-03-26
dc.description.abstractThe objective of this thesis was identify the believes and expectations of the families about the future of the children and adolescents that made a kidney transplant. The research was made between December of 2011 and February of 2012, on Pediatric Kidney Transplant Ambulatory from Clinic's Hospital from Federal University of Minas Gerais. Twelve mothers and one father of these kidney transplant children and adolescents were interviewed, when accompanying them in the treatment. On this study was utilized a semi structural interview with three basic questions about the transplant experience, the post-transplant and the expectation to the adult life of the transplant child. The dates were analyzed in two theorists models: Collective Individual Discourse Analyses and Critical Discourse Analyses. In synthesis, the study shows that the emotional support for the families to deal with a new situation post-transplant has been offered not only by religion, but also by the science, through the professional's health, that help to increase the conviction of a new stagy install in his son's life and in his own family's life. Finally, the families incorporate a dobble responsability: accompany nearly the treatment to don't suffer undesirable interruption and to create strategies that take these children and adolescents to be, gradativity, subject of them own treatment. The study yet stand out how the exchange of experience and interactions that they live on the ambulatory, with the health professionals or with others parents that be there to the same objective, could perform a support paper on the reconstruction of their lives and their hopes.
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/BUOS-9R7H8L
dc.languagePortuguês
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectPapel do doente
dc.subjectTransplante de rim/psicologia
dc.subjectAtitude frente a saúde
dc.subjectPais/psicologia
dc.subjectPacientes/psicologia
dc.subjectAltruísmo
dc.subjectAdolescente
dc.subjectPsicologia
dc.subjectRins Transplante
dc.subjectAnsiedade
dc.subjectFamília/psicologia
dc.subjectEstresse psicológico
dc.subjectCriança
dc.subjectPediatria
dc.subject.otherFamiliares
dc.subject.otherExpectativas
dc.subject.otherRenal
dc.subject.otherAdolescentes
dc.subject.otherTransplante
dc.subject.otherCrianças
dc.subject.otherCrenças
dc.titleCrenças e expectativas de familiares sobre o futuro de crianças e adolescentes que passaram por transplante renal
dc.typeTese de doutorado
local.contributor.advisor-co1Jose Maria Penido Silva
local.contributor.advisor1Luiz Alberto Oliveira Goncalves
local.contributor.referee1Alisson Araújo
local.contributor.referee1Joel Alves Lamounier
local.contributor.referee1Iza Rodrigues da Luz
local.contributor.referee1Rogerio Correia da Silva
local.description.resumoO objetivo da presente tese foi identificar as crenças e expectativas de familiares sobre o futuro de crianças e adolescentes que passaram por transplante renal. A pesquisa foi realizada entre dezembro de 2011 e fevereiro de 2012, no Ambulatório de Transplante Renal Pediátrico do Hospital das Clínicas da Universidade Federal de Minas Gerais. Contou com a participação de doze mães e um pai destas crianças e adolescentes transplantados renais que foram entrevistados no momento em que acompanhavam seus filhos no tratamento. Foi utilizada a entrevista semiestruturada, com três questões básicas a respeito da experiência presente, o período pós-transplante e a expectativa para a vida adulta do transplantado. Os dados foram analisados por dois modelos teóricos: Análise de Discurso do Sujeito Coletivo e Análise do Discurso Crítica. Em síntese, o estudo mostrou que o suporte emocional para os familiares lidarem com a nova situação pós-transplante tem sido oferecido não só pelo avanço da ciência e melhor capacitação dos profissionais de saúde, mas também pela religião e redes de solidariedade que têm ajudado a aumentar a convicção de que um novo estágio se instala na vida do filho e na da própria família. Percebeu-se, por fim, que os familiares incorporam uma dupla responsabilidade: a de acompanhar de perto o tratamento para que este não sofra nenhuma interrupção indesejável e a de criar estratégias que levem essas crianças e adolescentes a se tornarem, gradativamente, sujeitos de seu próprio tratamento. O estudo destaca ainda, o quanto as trocas de experiências e as interações que os familiares vivenciam no ambulatório, seja com os profissionais da saúde ou com os outros pais que ali se encontram para o mesmo fim, podem desempenhar um papel de suporte na reconstrução de suas vidas e de suas esperanças.
local.publisher.initialsUFMG

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