Remoção de Etinilestradiol no tratamento de água para consumo humano: estudo em escala piloto

dc.creatorEliane Prado Cunha Costa dos Santos
dc.date.accessioned2019-08-12T04:26:54Z
dc.date.accessioned2025-09-09T01:19:26Z
dc.date.available2019-08-12T04:26:54Z
dc.date.issued2011-05-13
dc.description.abstractIn this work a pilot scale study was carried out in order to appraise the removal of the ethinylestradiol micropollutant using five methods of water treatment: i) conventional treatment, also called complete cycle treatment; ii) conventional treatment followed by ultrafiltration; iii) conventional treatment followed by filtration through granular activated charcoal; iv) conventional treatment preceded by chlorine oxidation; v) conventionaltreatment using powdered activated charcoal. Two synthetic waters were used throughout the whole experiment, one with 10 ± 1 uT turbidity and the other with 100 ± 10 uT turbidity. These turbidity standards were chosen because they are representative of the turbidity of thewater sources which supply water to cities in the metropolitan area of Belo Horizonte. Alkalinity of 35,0 ± 5,0 mg · L-1 of calcium carbonate was used and the dose of coagulant (aluminium sulphate) used for all treatment methods analyzed was 22,5 mg · L-1. The conventional treatment was not effective in removal of ethinylestradiol. The remainingconcentrations of ethinylestradiol for the methods of water treatment studied presented significant differences for the conventional treatment followed by filtration through granular activated charcoal and for the conventional treatment preceded by chlorine oxidation, as compared to the other three methods, namely, the conventional treatment, the conventional treatment using powdered activated charcoal, and the conventional treatment followed by ultrafiltration. Using pre oxidation with sodium hypochlorite at the pilot conventional water treatment plant increased efficiency in removal of concentrations of ethinylestradiol. Theremaining concentrations were below the limit of quantification of the method employed, that is, 5,00 ng · L-1.
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/ENGD-8RALR7
dc.languagePortuguês
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectMeio ambiente
dc.subjectÁgua Qualidade
dc.subjectRecursos hídricos Desenvolvimento
dc.subjectEngenharia sanitária
dc.subjectSaneamento
dc.subject.otherEtinilestradiol
dc.subject.otherÁgua
dc.subject.otherPurificação
dc.subject.otherSaneamento
dc.titleRemoção de Etinilestradiol no tratamento de água para consumo humano: estudo em escala piloto
dc.typeTese de doutorado
local.contributor.advisor-co1Sérgio Francisco de Aquino
local.contributor.advisor1Valter Lucio de Padua
local.contributor.referee1Silvia Maria Alves Correa Oliveira
local.contributor.referee1Miriam Cristina Santos Amaral
local.contributor.referee1Luiz di Bernardo
local.contributor.referee1Jose Carlos Mierzwa
local.description.resumoNo presente trabalho foi realizado um estudo em escala piloto com o objetivo de avaliar a redução do microcontaminante etinilestradiol, utilizando cinco técnicas de tratamento de água: i) tratamento convencional ou tratamento em ciclo completo; ii) tratamentoconvencional seguido de ultrafiltração; iii) tratamento convencional seguido de filtração em carvão ativado granular; iv) tratamento convencional precedido de oxidação com cloro e v) tratamento convencional utilizando carvão ativado em pó. Todo o experimento foirealizado utilizando-se duas águas sintéticas, uma com turbidez de 10 ± 1 uT e a outra com turbidez de 100 ± 10 uT. Esses valores de turbidez foram escolhidos por representarem os valores de turbidez dos mananciais que abastecem cidades da região metropolitana de BeloHorizonte. A alcalinidade utilizada foi de 35,0 ± 5,0 mg · L-1 de carbonato de cálcio e a dose de coagulante (sulfato de alumínio) para todas as técnicas avaliadas foi de 22,5 mg · L-1. O tratamento convencional não se mostrou eficaz na redução de etinilestradiol. Não houve diferença significativa entre as concentrações da água bruta em relação à água tratada. As concentrações de etinilestradiol remanescentes para as técnicas de tratamento estudadas apresentaram diferenças significativas para o tratamento convencional seguido de filtração emcarvão ativado granular e para o tratamento convencional precedido da pré-oxidação em relação às outras três técnicas avaliadas, quais sejam, o tratamento convencional, o tratamento convencional utilizando-se o carbono ativado em pó e o tratamento convencional seguido de ultrafiltração. O uso da pré-oxidação com hipoclorito de sódio na estação de tratamento de água convencional em escala piloto melhorou a eficiência na redução das concentrações de etinilestradiol. As concentrações remanescentes ficaram abaixo do limite de quantificação do método utilizado, ou seja, 5,00 ng · L-1.
local.publisher.initialsUFMG

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