Docência nas fronteiras: quilombo, raça e gênero

dc.creatorShirley Aparecida de Miranda
dc.date.accessioned2023-10-17T23:30:06Z
dc.date.accessioned2025-09-08T23:47:37Z
dc.date.available2023-10-17T23:30:06Z
dc.date.issued2020
dc.description.abstractQuilombos in Brazil are the most evident mechanism for confronting the slave system, an emblem of the collective resistance that constitutes the African diaspora. In 2012, the national curriculum guidelines for quilombola school education were published. The recommendations and challenges are highlighted for teachers. Could we then talk about quilombola teaching? This article discusses this question based on the narratives of four teachers who recognize themselves as quilombolas, call themselves black and work in schools located in the territories where they live. We followed the trails of the narratives to show who they are and how quilombola teachers were trained and what displacements they produce for the relationship between gender and teaching. The article is organized into five topics. After the introduction, we discussed the pitfalls of teacher training of the interviewed teachers. In the third topic, we reflect on the gender and race relationship and the destabilizations that propose an analysis of the teaching profession. In the next topic, we situate the borders on which quilombola teaching is built and final words.
dc.format.mimetypepdf
dc.identifier.doihttps://doi.org/10.31639/rbpfp.v12i24.348
dc.identifier.issn2176-4360
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/59571
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.relation.ispartofFomação Docente
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectEnsino
dc.subjectQuilombolas
dc.subjectGrupos raciais
dc.subjectIdentidade de gênero
dc.subject.otherDocência
dc.subject.otherQuilombo
dc.subject.otherRaça
dc.subject.otherGênero
dc.titleDocência nas fronteiras: quilombo, raça e gênero
dc.title.alternativeTeaching at the borders: quilombo, race and gender
dc.typeArtigo de periódico
local.citation.epage52
local.citation.issue24
local.citation.spage39
local.citation.volume12
local.description.resumoOs quilombos no Brasil consistem no mais evidente mecanismo de enfrentamento ao sistema escravista, emblema da resistência coletiva que constitui a diáspora africana. Em 2012 foram publicadas as diretrizes curriculares nacionais para a educação escolar quilombola. As recomendações e desafios dessa modalidade de educação dirigem-se às professoras. Poderíamos falar então em uma docência quilombola? Esse artigo discute essa indagação a partir das narrativas de quatro professoras que se reconhecem quilombolas, se autodeclaram negras e atuam em escolas situadas nos territórios onde vivem. Seguimos nas trilhas das narrativas para evidenciar quem são e como se formaram docentes quilombolas e que deslocamentos produzem para a relação entre gênero e docência. O artigo está organizado em cinco tópicos. Após a introdução, discutimos os percalços da formação docente das professoras entrevistadas. No terceiro tópico refletimos sobre a relação gênero e raça e as desestabilizações que propõem a uma análise da profissão docente. No tópico seguinte, situamos as fronteiras em que constroem a docência quilombola e palavras finais.
local.identifier.orcidhttps://orcid.org/0000-0001-8312-2262
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentFAE - DEPARTAMENTO DE ADMINISTRAÇÃO ESCOLAR
local.publisher.initialsUFMG
local.url.externahttps://revformacaodocente.com.br/index.php/rbpfp/article/view/348

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