Tempo e processo na história e no ensino de história

dc.creatorWellington de Oliveira
dc.date.accessioned2019-08-11T00:19:54Z
dc.date.accessioned2025-09-09T01:12:50Z
dc.date.available2019-08-11T00:19:54Z
dc.date.issued1990-06-27
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/FAEC-86UK4Y
dc.languagePortuguês
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectHistoria Ensino
dc.subjectEducação
dc.subjectEnsino Historia
dc.subject.otherEnsino de história
dc.titleTempo e processo na história e no ensino de história
dc.typeDissertação de mestrado
local.contributor.advisor1Lucilia Regina de Souza Machado
local.contributor.referee1Cynthia Greive Veiga
local.contributor.referee1Nilcea Moraleida Bernardes
local.description.resumoO presente trabalho tem como objetivo analisar o nexo existente entre tempo e processo na história, com o seu ensino. Para tanto, tomamos como objetos os modelos da periodização, os livros didáticos e as legislações que dizem respeito à regulamentação das edições dos mesmos. Em uma primeira parte, analisamos os modelos de periodização nas concepções teológica, positivista e materilaista históricas. As primeiras utlizam aspectos subjetivos para periodização e , a última, aspectos objetivos. Após estes estudos procuramos mostrar a vinculação existente entre a sociedade e o ensino de história. Isto faze parte da segunda metade do trabalho. Estabelecemos, então, um breve histórico do ensino de história, fazendo um corte cronológico nos anos 30. Neste hist´roico, procuramos mostrar a tentativa do esctado em impor à sociedade uma visão de história. Verificamos isto através das reformas Francisco Campos (1931) e Capanema (1942) e , durante o Regime Militar decorrente do Golpe de 1964, a tentativa de implantação dos Estuods Sociais que descaracterizaria a História e a Geografia.A sociedade civil, reagiu a isto, através das associações profissionais:Associação Nacional dos Professores Universitários de história (ANPUH) e da Associação dos Geógrafos do Brasil (AGB), e do movimento estudantil. Tendo como mediação a periodização, fizemos dois pequenos estudos em livros didáticos, sendo selecionados os seguintes:História do Brasil, do professor Borges Herminda (1959) e da professora maria januária, também versando sobre História do Brasil para o 1º grau. Após estes breves estudos, concluimos que ambos não deixam clara a metodologia utilizada, apresentam uma periodização baseada na superestrutura, como relação aos movimentos populares, eles não os contextualizam nas formações sociais, nas quais estão inseridos e apresentam uma visão de uma história morta. A nossa pretensão com este trabalho é de orientar aos professores de 1º grau quanto a escolha de livros para a adoção.
local.publisher.initialsUFMG

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