Impacto da mortalidade por malária e aids na esperança da vida da população de Moçambique em 2007: uma aplicação das técnicas de múltiplo decremento e de anos de vida perdidos

dc.creatorJoão Mangue
dc.date.accessioned2019-08-14T19:09:38Z
dc.date.accessioned2025-09-08T23:31:48Z
dc.date.available2019-08-14T19:09:38Z
dc.date.issued2011-05-17
dc.description.abstractThe aim of the present study was to assess the life expectancy at selected ages of the Mozambican population, based on the mortality information obtained from the Population Census and from the 2007 Survey on causes of mortality by age and sex, carried on by the National Institute of Statistics of Mozambique.The study, based on the life table method of cause-eliminated (multiple decrement), by sex and region of Mozambique, allows showing what would be the impact observed due to reduction (or elimination) of mortality from Malaria and AIDS, which were the defined causes for the present analysis. The method of years of life lost (AVP) was also applied.The largest gains in life expectancy at birth were observed with the elimination of deaths from AIDS. For men, the elimination of these deaths would increase life expectancy at birth by 9.1 years. For Malaria, the figure found was 8.5 years. For women, the highest gain in life expectancy at birth was 9.9 years in the case of the exclusion of AIDS mortality and nine years with the exclusion of deaths from Malaria.The results indicate that if it were possible to eliminate deaths from Malaria and AIDS, life expectancy at birth in Mozambique, for men, would fall from 45.6 to 54.1 and 54.7 years, respectively. For women, these figures would rise from 51.8 to 60.7 and 61.7 years. For the years of life lost due to mortality from Malaria and AIDS, men lose a higher number of years: respectively, 10.4 and 10.3 years. Women lose, respectively, 8.9 and 9.5 years
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/AMSA-8HUQLK
dc.languagePortuguês
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectMortalidade Moçambique
dc.subjectDemografia
dc.subjectAIDS (Doença) Moçambique
dc.subject.otherAnos de vida perdidos
dc.subject.otherEsperança de vida
dc.subject.otherAids
dc.subject.otherMúltiplo decremento
dc.subject.otherMalária
dc.titleImpacto da mortalidade por malária e aids na esperança da vida da população de Moçambique em 2007: uma aplicação das técnicas de múltiplo decremento e de anos de vida perdidos
dc.typeDissertação de mestrado
local.contributor.advisor-co1Roberto do Nascimento Rodrigues
local.contributor.advisor1Carla Jorge Machado
local.contributor.referee1Bernardo Lanza Queiroz
local.contributor.referee1Daisy Maria Xavier de Abreu
local.description.resumoO foco central do presente trabalho é avaliar a esperança de vida da população moçambicana com base em informações de mortalidade obtidas pelo Censo-2007 e pelo Inquérito Sobre Causas de Mortalidade, por idade e sexo, conduzido pelo Instituto Nacional de Estatística de Moçambique. O estudo, com base no método da tabela de vida de causa-eliminada (múltiplos decrementos), por sexo e por região de Moçambique, permite constatar os efeitos que seriam observáveis decorrentes da redução ou eliminação da mortalidade por Malária e por Aids, causas definidas para análise. Com o método de anos de vida perdidos (AVP), avalia-se como cada faixa etária e causa de morte específica definida atuou nesse impacto.Os maiores ganhos na esperança de vida ao nascer foram observados com a eliminação das mortes por Aids. Para os homens, a eliminação desses óbitos elevaria a esperança de vida ao nascer em 9,1 anos, e com a estimação da mortalidade por Malária haveria um ganho de 8,5 anos. Entre as mulheres, o maior ganho na esperança de vida ao nascer seria de 9,9 anos no caso da eliminação da mortalidade por Aids e de 9 anos com a supressão dos óbitos por Malária. Os resultados indicam que, se fosse possível eliminar os óbitos por Malária e Aids, a esperança de vida ao nascer em Moçambique, para os homens, passaria de 45,6 para 54,1 e 54,7 anos, respectivamente. Para as mulheres, estas cifras aumentariam de 51,8 para 60,7 e 61,7 anos. Quanto aos anos de vida perdidos, devidos à mortalidade por Malária e Aids, os homens perderiam mais anos de vida sendo, respetivamente, 10,4 e 10,3 anos. As mulheres perderiam, respetivamente, 8,9 e 9,5 anos.
local.publisher.initialsUFMG

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