Incorporação de impurezas em cristais de KC1

dc.creatorJésus de Oliveira
dc.date.accessioned2019-08-12T22:00:24Z
dc.date.accessioned2025-09-09T00:51:29Z
dc.date.available2019-08-12T22:00:24Z
dc.date.issued1967-09-26
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/BUOS-AAPNCZ
dc.languagePortuguês
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectCristais Crescimento
dc.subjectFisica do estado solido
dc.subjectFísica
dc.subject.otherFísica
dc.titleIncorporação de impurezas em cristais de KC1
dc.typeDissertação de mestrado
local.contributor.advisor1Ramayana Gazzinelli
local.description.resumoO problema de formação e crescimento de cristais tem grande interesse técnico e acadêmico. Desde épocas remotas, mereceu a atenção de estudiosos. Assírios e egípcios fizeram tentativas de imitar pedras preciosas. É um assunto vasto e complexo, sendo ainda, o conhecimento do mesmo fragmentário e incompleto, apesar do grande número de pesquisas realizadas no campo. Kepler, Huygens, Hooke, Hally formularam as primeiras teorias relativas à forma dos cristais. Gibbs, Curie, Wulff, Bravais estabeleceram uma teoria sobre o crescimento de cristais que poderíamos classificar de estática. Kossel, Stanski, Volmer, Burton, Cabrera e Frank estabeleceram a teoria cinético-molecular.
local.publisher.initialsUFMG

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