Geoprocessamento aplicado na conformidade legal dos volumes de bacias de rejeitos de mineradoras

dc.creatorLourdes Manresa Camargos
dc.date.accessioned2019-08-10T12:29:42Z
dc.date.accessioned2025-09-08T23:57:05Z
dc.date.available2019-08-10T12:29:42Z
dc.date.issued2017-12-05
dc.description.abstractAfter the breach of SAMARCOs tailings dam in November of 2015, it was made clear that a better understanding and inspection of the dams was needed. One of the ways of inspecting eventual irregularities on this structures, that are located in vales of hydrographic basins, is verifying if the mining companys declared volume of the tailings dams are according with the information given in the processes of environmental licenses. With the social and environmental hazards caused by the breaching of the mining dams in the state of Minas Gerais in sight, this academic research offer a methodology for the independent measuring of the tailings volume on the BarragemMaravilhas II, located in the Itabirito county, through a space-time analysis, using geoprocessing tools and geomorphological analysis. For that, the volume of the tailing in the BarragemMaravilhas II was measured through subtraction of the 1977s MDE (before building the dam) and the actual (2017) MDE. The more precise method of measurement was the Grade Regular Retangularand as a result an evaluation of 74.366.812,68 m³ of tailings volume in the BarragemMaravilhas II was obtained. This result shows that the dam is in conformity with the environmental legislation, which foresees a maximum volume of 76.000.000 m³. This methodology can be replicated in other dams to have a more precise surveillance of this kind of structures, minimizing or even avoiding possible environmental, social and economic hazards due of the mining activity.
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/IGCM-AXALPS
dc.languagePortuguês
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectMinas e recursos minerais Itabirito (MG)
dc.subjectResiduos
dc.subjectGeoprocessamento
dc.subjectDireito ambiental Itabirito (MG)
dc.subject.otherModelos Digitais de Elevação
dc.subject.otherLegislação Ambiental
dc.subject.otherGeoprocessamento
dc.subject.otherBarragens de rejeito
dc.titleGeoprocessamento aplicado na conformidade legal dos volumes de bacias de rejeitos de mineradoras
dc.typeMonografia de especialização
local.contributor.advisor-co1Paulo César Horta Rodrigues
local.contributor.advisor1Marcelo Antonio Nero
local.contributor.referee1Plinio da Costa Temba
local.description.resumoApós o rompimento da barragem de rejeito da SAMARCO em novembro de 2015, as atenções se voltaram para a necessidade de um melhor conhecimento e controle das demais barragens. Uma das formas para se investigar eventuais irregularidades dessas estruturas, que se localizam em vales de bacias hidrográficas, é verificar se os volumes declarados pelas mineradoras para as suas bacias de rejeito realmente correspondem às informações prestadas nos respectivos processos de Licenciamento Ambiental. Em função dos acidentes já ocorridos no Estado de Minas Gerais referentes ao rompimento de barragens de mineração e do potencial de dano ambiental e social resultantes, essa pesquisa teve como objetivo propor uma metodologia para o cálculo independente do volume de rejeitos na Barragem Maravilhas II,localizada no município de Itabirito,por meio de análise espaço-temporal, utilizando ferramentas de geoprocessamento e análise geomorfológica. Para isso, foi calculado o volume de rejeito da Barragem Maravilhas II através de subtração do MDE de 1977 (antes da construção da barragem) e do MDE atual (2017). O método de cálculo considerado mais preciso foi o de Grade Regular Retangular e, como resultado, obteve-se uma estimativa de 74.366.812,68 m³ de volume de rejeito inserido na Barragem Maravilhas II. Este resultado mostra que a barragem encontra-se em conformidade com a legislação ambiental, que prevê um volume máximo de 76.000.000 m³. A metodologia utilizada pode ser replicada em outras barragens para que se possa ter um maior controle das estruturas e contribuir para o monitoramento destas, minimizando ou evitando possíveis impactos ambientais, sociais e econômicos causados pela atividade mineradora.
local.publisher.initialsUFMG

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