Prevalência de aglutininas anti-leptospiras em soros sanguíneos de bovinos do território federal de Roraima - Brasil

dc.creatorHumberto Moreno Zelada
dc.date.accessioned2019-08-14T03:25:33Z
dc.date.accessioned2025-09-09T00:49:46Z
dc.date.available2019-08-14T03:25:33Z
dc.date.issued1981-04-23
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/BUOS-8QGMSF
dc.languagePortuguês
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectVeterinária
dc.subjectLeptospira Identificação
dc.subjectBovino Doenças
dc.subjectAglutininas
dc.subject.otherMedicina Veterinária
dc.titlePrevalência de aglutininas anti-leptospiras em soros sanguíneos de bovinos do território federal de Roraima - Brasil
dc.typeDissertação de mestrado
local.contributor.advisor1Elvio Carlos Moreira
local.contributor.referee1Jose Divino Lopes Filho
local.contributor.referee1Paulo Caldeira Brant
local.description.resumoCom o objetivo de conhecer a prevalência dos sorotipos de leptospiras no Território Federal de Roraima - Brasil. Foram testados, através da técnica do microaglutinação rápida, l.488 soros sanguíneos de bovinos. Esse material foi obtido em 150 propriedades selecionadas de forma probabilística. Os resultados revelaram que todas as fazendas apresentaram animais reagentes a um ou mais sorotipos e a freqüência para cada foi de 26,l% para Leptospira wolffi; 14,9% para L. hardjo; 10.6 para L. tarassovi; 9,0% para L. bataviae; 8,6% para L. ballum; 7,0% para L. australis; 4,8% para L. grippothyphosa; 4,3% para L. butembo; 3,8% para L. pomona; 2,9% para L. autumnalis; 2,8% para L. pyrogenes; 2,7% para L. sejroe; 2,5% para L. canicala e 0% para L. brasiliensis e L. icterohaemorrhagiae
local.publisher.initialsUFMG

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