As paisagens minerárias como lugar de disputa: o caso do reassentamento de Bento Rodrigues

dc.creatorThomas Lopes Whyte
dc.date.accessioned2024-01-26T16:20:18Z
dc.date.accessioned2025-09-09T01:09:21Z
dc.date.available2024-01-26T16:20:18Z
dc.date.issued2023-12-11
dc.description.abstractAlmost 8 years have passed since the rupture of the Fundão dam, which, in November 2015, released over 40 million cubic meters of tailings into the Rio Doce Basin, destroying communities such as Bento Rodrigues, Paracatu de Baixo, and Gesteira. In 2016, based on an agreement signed between Samarco/Vale/BHP, the Brazilian government, and the states of Minas Gerais and Espírito Santo, the Renova Foundation was established. This entity is responsible for managing repair programs across the entire affected territory. Since then, and under a series of violations, an intense dispute for the right to reparation of the communities has unfolded in various fields. In this context, the research aims to investigate the dynamics behind the resettlement of Bento Rodrigues and how the landscape of this new place is produced from the contradictions and antagonisms integrated into the practices and representations of various actors over the territory. To achieve this, the praxiological method, adopted by Bourdieu, was employed. This method starts with the analysis of social space through the combination of its objective and phenomenological dimensions. Thus, through a multidisciplinary analysis with theoretical contributions from diverse fields, such as political ecology and landscape philosophy, and materials primarily collected from newspapers, the research focuses on the analysis of socio-spatial practices of three main actors: mining companies, the people affected by the tailings, and the architects responsible for the housing projects in the under-construction districts. The investigation into landscapes and how they are contested through power dynamics established over the territory aims to shed light on the spatial policies behind the new processes of territorialization emerging in the context of environmental crisis.
dc.description.sponsorshipCAPES - Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/63421
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectDesastres ambientais
dc.subjectAssentamentos humanos
dc.subjectEcologia política
dc.subjectEspaço (Arquitetura)
dc.subject.otherPaisagem e poder
dc.subject.otherPaisagens minerárias
dc.subject.otherBento Rodrigues
dc.titleAs paisagens minerárias como lugar de disputa: o caso do reassentamento de Bento Rodrigues
dc.typeDissertação de mestrado
local.contributor.advisor1Rogério Palhares Zschaber de Araújo
local.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/5550250924502622
local.contributor.referee1Altamiro Sérgio Mol Bessa
local.contributor.referee1Maria Cristina Villerfort Teixeira
local.contributor.referee1Heloisa Soares de Moura Costa
local.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/9058665981732625
local.description.resumoQuase 8 anos se passaram do rompimento da barragem de Fundão, que, em novembro de 2015, despejou mais de 40 milhões de metros cúbicos de rejeitos sobre a bacia do rio Doce, destruindo comunidades como Bento Rodrigues, Paracatu de Baixo e Gesteira. Em 2016, a partir de um termo assinado entre a Samarco/Vale/BHP, a União e os estados de Minas Gerais e Espírito Santo, criou-se a Fundação Renova, entidade responsável pelo gerenciamento dos programas de reparação ao longo de todo o território afetado. Desde então, e sob uma série de violações, desenrola-se nos mais diversos campos uma intensa disputa pelo direito à reparação das comunidades. Nesse contexto, a pesquisa pretende investigar as dinâmicas por trás do reassentamento de Bento Rodrigues e como a paisagem desse novo lugar é produzida a partir das contradições e antagonismos integrados às práticas e representações de diversos agentes sobre o território. Para isso, recorreu-se ao método praxiológico, adotado por Bourdieu, que parte da análise do espaço social a partir da combinação das dimensões objetiva e fenomenológica. Dessa forma, e por meio de uma análise multidisciplinar com aportes teóricos de campos diversos, como a ecologia política e a filosofia da paisagem, e de materiais coletados principalmente em jornais, a pesquisa se concentra na análise das práticas socioespaciais de 3 principais agentes: as mineradoras, os atingidos e os arquitetos responsáveis pelos projetos das habitações dos distritos em construção. A investigação de paisagens e como elas são disputadas, mediante as dinâmicas de poder estabelecidas sobre o território, pretende jogar luz sobre as políticas espaciais subjacentes aos novos processos de territorialização que emergem nos contextos de crise ambiental.
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentARQ - ESCOLA DE ARQUITETURA
local.publisher.initialsUFMG
local.publisher.programPrograma de Pós-Graduação em Arquitetura e Urbanismo

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