Até que a palavra morar faça sentido

dc.creatorAna Paula Pitzer Angelo
dc.date.accessioned2023-01-27T17:20:59Z
dc.date.accessioned2025-09-08T23:44:41Z
dc.date.available2023-01-27T17:20:59Z
dc.date.issued2022-11-07
dc.description.abstractThe research is born from the criticism of the formalist and capitalist logic of production of space and proposes to question the uninventive reproduction of environments that predict hegemonic behaviors. Its starting point is the practical experimentation guided by the structured design process developed during my graduation final project (co-developed in 2019 with Larissa Reis and Marllon Morais and with guidance from Ana Paula Baltazar - EA/UFMG). In the process, interfaces (such as games and body dynamics) are used to formulate demands and stimulate people's reflection about how a space that welcomes their own ways of living and daily activities (current and desired) could be. The aim is, with the descriptions of three of these experiments, with the narratives of those who were involved, and with reflections built essentially from praxis, to highlight the potential of a practice like this, in an effort to rethink the role of the architect and to imagine new ways of working in the field.
dc.description.sponsorshipFAPEMIG - Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Minas Gerais
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/49194
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectArquitetura
dc.subjectArquitetura de habitação
dc.subjectHabitações
dc.subject.otherPrática de arquitetura
dc.subject.otherProcesso
dc.subject.otherCotidiano
dc.subject.otherInterface
dc.titleAté que a palavra morar faça sentido
dc.typeDissertação de mestrado
local.contributor.advisor1Ana Paula Baltazar dos Santos
local.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/4628386186163950
local.contributor.referee1Renata Moreira Marquez
local.contributor.referee1Iazana Guizzo
local.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/7947600156853706
local.description.resumoA pesquisa nasce da crítica à lógica formalista e capitalista de produção do espaço e propõe questionar a reprodução pouco inventiva de ambientes que predizem comportamentos hegemônicos. Tem como ponto de partida experimentações práticas norteadas pelo processo de projeto estruturado durante meu Trabalho de Conclusão de Curso: Práticas de arquitetura: desvio do objeto para o processo (co-desenvolvido em 2019 com Larissa Reis e Marllon Morais e com orientação de Ana Paula Baltazar - EA/UFMG). No processo faz-se o uso de interfaces (como jogos e dinâmicas de sensibilização corporal) para formular demandas e acender nas pessoas a reflexão sobre como poderia ser um espaço que acolha seus próprios modos de viver e atividades cotidianas (atuais e desejadas). O objetivo é, com as descrições de três destas experimentações, com as narrativas dos envolvidos, e com reflexões construídas essencialmente a partir da práxis, evidenciar o potencial de uma prática como esta, em um esforço para repensar o papel do profissional de arquitetura e imaginar novos jeitos de atuar no campo.
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentARQ - ESCOLA DE ARQUITETURA
local.publisher.initialsUFMG
local.publisher.programPrograma de Pós-Graduação em Arquitetura e Urbanismo

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