Homicídios de mulheres nas distintas regiões brasileiras nos últimos 35 anos: análise do efeito da idade-período e coorte de nascimento

dc.creatorEdinilsa Ramos de Souza
dc.creatorKarina Cardoso Meira
dc.creatorAdalgisa Peixoto Ribeiro
dc.creatorJuliano dos Santos
dc.creatorRaphael Mendonça Guimarães
dc.creatorLaiane Felix Borges
dc.creatorLannuzya Veríssimo e Oliveira
dc.creatorTaynãna César Simões
dc.date.accessioned2025-03-12T20:08:06Z
dc.date.accessioned2025-09-09T00:52:57Z
dc.date.available2025-03-12T20:08:06Z
dc.date.issued2017-09
dc.description.abstractThe aim of this study is to estimate the effects of age-period-birth cohort (APC) on female homicides. This is an ecological study which analyzed the violence-related death records of women aged 10 years and older, in the Brazilian geographic regions, between 1980 and 2014. Data on mortality were extracted from the Mortality Information System. The trend analysis was conducted using negative binomial regression and APC effects were analyzed using estimable functions. The average mortality rate for the period was 5.13 deaths per 100,000 women, with the highest rates observed in the Central-West (7.98 deaths), followed by the Southeast (4.78 deaths), North (4.77 deaths), Northeast (4.05 deaths) and South (3.82 deaths) regions. All regions presented a decrease in the risk of death in the period from 2010 to 2014, except for the Northeast region (RR = 1.06, 95% CI 1.02 to 1.10). There was a progressive increase in the homicide risk for women born from 1955 to 1959 in all Brazilian regions. Younger women are at higher risk of dying from homicides in all Brazilian geographic regions. The upward trend of homicide mortality rates according to birth cohort was significant and the highest risk was observed in women born between 2000 and 2004.
dc.format.mimetypepdf
dc.identifier.doihttps://doi.org/10.1590/1413-81232017229.12392017
dc.identifier.issn1678-4561
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/80596
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.relation.ispartofCiência & Saúde Coletiva
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectSaúde pública
dc.subjectSaúde da mulher
dc.subjectViolência
dc.subjectViolência contra as mulheres
dc.subjectIdade
dc.subjectMedicina preventiva
dc.subject.otherHomicídios
dc.subject.otherMulheres
dc.subject.otherModelos logísticos
dc.subject.otherFeminicídios
dc.subject.otherEfeito de coorte
dc.subject.otherEfeito período
dc.subject.otherEfeito idade
dc.titleHomicídios de mulheres nas distintas regiões brasileiras nos últimos 35 anos: análise do efeito da idade-período e coorte de nascimento
dc.title.alternativeHomicides among women in the different Brazilian regions in the last 35 years: an analysis of age-period-birth cohort effects
dc.typeArtigo de periódico
local.citation.epage2962
local.citation.issue9
local.citation.spage2949
local.citation.volume22
local.description.resumoObjetivou-se analisar o efeito da idade-período e do coorte de nascimento (APC) nos homicídios em mulheres. Estudo ecológico, que analisou os registros de óbitos por agressão em mulheres com 10 ou mais anos, nas regiões geográficas brasileiras, entre 1980 a 2014. Os dados foram extraídos do Sistema de Informação Sobre Mortalidade. A análise da tendência se deu por meio da regressão binomial negativa e os efeitos APC foram analisados utilizando funções estimáveis. A taxa de mortalidade média para o período foi de 5,13 óbitos por 100.000 mulheres, sendo as maiores taxas observadas na região Centro-Oeste (7,98 óbitos), Sudeste (4,78 óbitos), Norte (4,77 óbitos), Nordeste (4,05 óbitos) e Sul (3,82 óbitos). Todas as regiões apresentaram redução do risco de morte no período de 2010 a 2014, exceto a Nordeste (RR = 1,06, IC 95% 1,02- 1,10). Verificou-se aumento progressivo do risco de homicídio para as mulheres nascidas de 1955 a 1959, em todas as regiões brasileiras. As mulheres mais jovens apresentam maior risco de morrer por homicídios em todas as regiões geográficas brasileiras. Foi expressivo o perfil ascendente das taxas de mortalidade por homicídio segundo coorte de nascimento, sendo o maior risco verificado em mulheres nascidas em 2000-2004.
local.identifier.orcidhttps://orcid.org/0000-0003-0903-4525
local.identifier.orcidhttps://orcid.org/0000-0002-1722-5703
local.identifier.orcidhttps://orcid.org/0000-0001-9415-8068
local.identifier.orcidhttps://orcid.org/0000-0002-3203-1974
local.identifier.orcidhttps://orcid.org/0000-0003-1225-6719
local.identifier.orcidhttps://orcid.org/0000-0001-5358-2591
local.identifier.orcidhttps://orcid.org/0000-0002-6881-898X
local.identifier.orcidhttps://orcid.org/0000-0002-5849-343X
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentMED - DEPARTAMENTO DE MEDICINA PREVENTIVA SOCIAL
local.publisher.initialsUFMG
local.url.externahttps://www.scielo.br/j/csc/a/3g3mb9HZWpjjTLbQXvjDKsF/?lang=pt

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