Indicadores de saúde dos adolescentes nos países do mercosul: análise dos dados de inquéritos escolares

dc.creatorÉvelin Angélica Herculano de Morais
dc.creatorÉvelin Angélica Herculano de Morais
dc.creatorAlanna Gomes da Silva
dc.creatorAlanna Gomes da Silva
dc.creatorJuliana Bottoni de Souza.
dc.creatorJuliana Bottoni de Souza.
dc.creatorJúlia Bicas Buback
dc.creatorJúlia Bicas Buback
dc.creatorDolores Ondarsuhu
dc.creatorDolores Ondarsuhu
dc.creatorMery Natali Silva Abreu
dc.creatorMery Natali Silva Abreu
dc.creatorDeborah Carvalho Malta
dc.creatorDeborah Carvalho Malta
dc.date.accessioned2025-08-21T20:07:54Z
dc.date.accessioned2025-09-08T22:52:01Z
dc.date.available2025-08-21T20:07:54Z
dc.date.issued2024
dc.description.abstractRisk behaviours in adolescence have a short- and long-term impact on health. Analysing health data from the Southern Common Market (Mercosur) countries can strengthen surveillance and support public policies. To compare the prevalence of health indicators among adolescents in Mercosur countries.A descriptive study was conducted using data from the Global School-based Student Health Survey in Argentina (2018), Paraguay (2017), and Uruguay (2019), as well as from the National Survey of School Health in Brazil (2015 and 2019). Prevalence and 95% confidence intervals of indicators were analysed for the total adolescent population and by gender. Alcohol experimentation before the age of 14 was higher in Argentina, while drunkenness was higher in Brazil. Current cigarette smoking and any tobacco product use were higher in Argentina. Regular physical activity was lower in Brazil. Sedentary behaviour was higher in Uruguay. Brazil had the lowest condom use at last sexual intercourse. There were differences in health risk behaviours among adolescents in the studied countries. These results can assist governmental entities in these countries in promoting the exchange of best practices
dc.format.mimetypepdf
dc.identifier.doi10.1590/2358-289820241439366p
dc.identifier.issn23582898
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/84501
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectSaúde do adolescente
dc.subjectSaúde do adolescente
dc.subjectComportamentos de Risco à Saúde
dc.subjectComportamentos de Risco à Saúde
dc.subjectInquéritos epidemiológicos
dc.subjectInquéritos epidemiológicos
dc.subjectMercosur
dc.subjectMercosul
dc.subject.otherSaúde do adolescente
dc.subject.otherSaúde do adolescente
dc.subject.otherComportamentos de Risco à Saúde
dc.subject.otherComportamentos de Risco à Saúde
dc.subject.otherInquéritos epidemiológicos
dc.subject.otherInquéritos epidemiológicos
dc.subject.otherMercosur
dc.subject.otherMercosul
dc.subject.otherVigilância em saúde pública
dc.subject.otherVigilância em saúde pública
dc.titleIndicadores de saúde dos adolescentes nos países do mercosul: análise dos dados de inquéritos escolares
dc.title.alternativeAdolescent health indicators in Mercosur countries: Analysis of school survey data
dc.typeArtigo de periódico
local.citation.epage17
local.citation.issue143
local.citation.spage1
local.citation.volume48
local.description.resumoComportamentos de risco na adolescência impactam a saúde de curto e longo prazo. A análise de dados de saúde dos países do Mercado Comum do Sul (Mercosul) pode fortalecer a vigilância e apoiar políticas públicas. Objetivou-se comparar as prevalências de indicadores em saúde de adolescentes nos países do Mercosul. Estudo descritivo, com dados do ‘Global School-based Student Health Survey’ na Argentina (2018), no Paraguai (2017) e no Uruguai (2019), e da ‘Pesquisa Nacional de Saúde do Escolar’ no Brasil (2015 e 2019). Analisaram-se as prevalências e os intervalos de confiança de 95% de indicadores para a população total de adolescentes e segundo o gênero. A experimentação do álcool antes dos 14 anos foi maior na Argentina enquanto a embriaguez foi maior no Brasil. O consumo atual de cigarro e o uso de qualquer produto do tabaco foram mais elevados na Argentina. A prática regular de atividade física foi menor no Brasil, já o comportamento sedentário foi maior no Uruguai. O Brasil teve o menor uso de preservativo na última relação sexual. Houve diferenças dos comportamentos de risco para saúde entre os adolescentes dos países estudados. Os resultados podem auxiliar entidades governamentais desses países a promoverem intercâmbio de boas práticas
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentENF - DEPARTAMENTO DE ENFERMAGEM MATERNO INFANTIL E SAÚDE PÚBLICA
local.publisher.initialsUFMG
local.url.externahttps://doi.org/10.1590/2358-289820241439366P

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