Resistência a antimicrobianos em Staphylococcus aureus: uma revisão de literatura

dc.creatorFrancisco de Assis Costa
dc.date.accessioned2025-11-14T02:07:10Z
dc.date.accessioned2025-12-03T13:22:23Z
dc.date.available2025-11-14T02:07:10Z
dc.date.issued2022-07-21
dc.description.abstractAntimicrobial resistance (ATMs) is one of the main challenges of public health in the world. The selection pressure caused by the indiscriminate use of antimicrobials and the impressive adaptability of these organisms has resulted in the variation of species with multi-drug resistance. Staphylococcus aureus is one of most common bacterial agents implicated in a human infectious process. The fact of being part of the resident microbiota and its remarkable ability to express virulence factors associate to the increasing acquisition of mobile genetic elements gives it resistance to ATMs used in the clinical practice and makes this organism a threat to human health. S. aureus resistance profile has been exacerbated as new drugs have been introduced to the industry. A crucial period of this profile development was methicillin-resistant witch results from a modified version of penicillinase production. PBP2a is encoded by a mobile genetic element called staphylococcal cassette chromosome mec. This genetic element carries the mecA and mecC genes which characterizes the Staphylococcus aureus methicillin-resistant (MRSA). Several treatment alternatives have been proposed to combat infection caused by MRSA and in this context, vancomycin has emerged as the frontline of defense against MRSA. However, the massive use of vancomycin has caused Staphylococcus strains to express heteroresistance phenotypes to vancomycin (hVISA), intermediate vancomycin-resistance (VISA) and full vancomycin-resistance at last, managed by operon vanA encoded in the transposon Tn1546 acquired in combination of vancomycin-resistant Enterococcus faecalis. The results are Staphylococcus aureus strains with limited or even no treatment options. This study provides a literature review characterizing the resistance mechanism obtained by Staphylococcus aureus as well as the new possibilities developed by the pharmaceutical industry to control this agent. Keywords: Staphylococcus aureus; Antimicrobial resistance; MRSA; hVISA; VRSA.
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/85460
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectMicrobiologia
dc.subjectSthaphylococcus aureus Resistente à Meticilina
dc.subjectMeticilina
dc.subjectVancomicina
dc.subject.otherSthaphylococcus aureus
dc.subject.otherResistência a antimicrobianos
dc.subject.otherMRSA
dc.subject.otherhVISA
dc.subject.otherVISA
dc.subject.otherVRSA
dc.titleResistência a antimicrobianos em Staphylococcus aureus: uma revisão de literatura
dc.typeMonografia de especialização
local.contributor.advisor1Paula Prazeres Magalhães
local.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/2184773662680617
local.contributor.referee1Simone Gonçalves dos Santos
local.contributor.referee1Paula Prazeres Magalhães
local.creator.Latteshttps://lattes.cnpq.br/4667485484823630
local.description.resumoA resistência aos antimicrobianos (ATMs) é um dos principais desafios da saúde pública em todo o mundo. A pressão seletiva ocasionada pelo uso indiscriminado de antimicrobianos, bem como a impressionante capacidade adaptativa desses organismos tem resultado no advento de uma variedade de espécies com perfil de resistência a múltiplos antimicrobianos. Sthaphylococcus aureus é um dos agentes bacterianos mais comumente envolvidos em processos infecciosos em humanos. O fato de fazer parte da microbiota residente, bem como sua notável capacidade de expressar fatores de virulência associada a aquisição cada vez mais ampla de elementos genéticos móveis que conferem resistência aos ATMs utilizados na prática clínica, fazem desse organismo uma ameaça a saúde humana. O perfil de resistência do S. aureus tem se exacerbado à medida que novos fármacos são introduzidos no mercado. Um importante marco no desenvolvimento desse perfil foi a resistência a meticilina, que resulta da produção de uma versão modificada da penicilinase, a PBP2a, que é codificada por um elemento genético móvel denominado cassete cromossômico estafilocócico mec. Esse elemento genético carrega os genes mecA e mecC que caracterizam o Sthaphylococcus aureus resistente a meticilina (MRSA). Várias alternativas terapêuticas foram propostas para o combate a infecções causadas por MRSA, e nesse contexto a vancomicina surgiu como a principal linha de defesa contra o MRSA. Entretanto, a massificação do uso de vancomicina fez com que linhagens de Sthaphylococcus aureus expressassem fenótipos de heteroresitência a vancomicina (hVISA), resistência intermediária a vancomicina (VISA) e finalmente resistência completa à vancomicina (VRSA), mediada pelo operon vanA, codificado no transposon Tn1546, adquirido por conjugação de Enterococcus faecalis resistente à vancomicina. O resultado são linhagens de Sthaphylococcus aureus com pouca ou mesmo nenhuma opção terapêutica. Este estudo propõe uma revisão de literatura caracterizando os mecanismos de resistência adquiridos por Sthaphylococcus aureus bem como as novas possibilidades desenvolvidas pela indústria farmacêutica para controle desse agente.
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentICB - DEPARTAMENTO DE MICROBIOLOGIA
local.publisher.initialsUFMG
local.publisher.programPrograma de Pós-Graduação em Microbiologia

Arquivos

Pacote original

Agora exibindo 1 - 1 de 1
Carregando...
Imagem de Miniatura
Nome:
Versão Final.pdf
Tamanho:
8.83 KB
Formato:
Adobe Portable Document Format

Licença do pacote

Agora exibindo 1 - 1 de 1
Carregando...
Imagem de Miniatura
Nome:
license.txt
Tamanho:
8.83 KB
Formato:
Plain Text
Descrição: