Trajetórias escolares e vida acadêmica do estudante pobre da UFMG: um estudo a partir de cinco casos

dc.creatorEcio Antonio Portes
dc.date.accessioned2019-08-11T01:39:48Z
dc.date.accessioned2025-09-09T00:55:41Z
dc.date.available2019-08-11T01:39:48Z
dc.date.issued2001-07-03
dc.description.abstractLe but de ce travail est de comprendre le parcours scolaire et les expériences universitaires dun groupe détudiants pauvres qui arrivèrent, à travers le vestibular, à des cours extrêmement sélectifs à lUniversité Féderale de Minas Gerais, comme linformatique, le journalisme, le droit, lingénierie électrique, la médecine. Il sappuie et sinspire sur des études des parcours scolaires dindividus issus des milieux sociaux défavorisés, comme les travaux de Hoggart (1975), Terrail (1990), Laurens (1992), Viana (1998), Sousa e Silva (1999), entre autres. Ainsi, trois moments sont privilégiés dans la construction de létude: la dimension historique, la reconstruction et lanalyse des parcours étudiés, et lexpérience universitaire de cinq jeunes gens pauvres pendant de deux ans. Les questions qui orientèrent la recherche furent: exista-t-il des étudiants pauvres dans luniversité depuis ses origines? Si oui, comment vécurent-ils lexpérience universitaire dans le passé? Quelles furent leurs trajectoires daccès aux cours extrêmement sélectifs? Comment se constitue le quotidien de ces individus à lintérieur de luniversité? Comment les conditions matérielles de lexistence affectent-elles ces individus au long de leur aventure universitaire? Les données empiriques furent extraites de longues entrevues effectuées avec les cinq étudiants, orientées par sujets comme leurs conditions économiques, leurs vies dans et en dehors du campus, la vie académique, surtout les aspects qui concernent leurs rapports avec les professeurs, lanimation en salle de classe et en université. Tout cela dans le but de mettre en relief le travail de létudiant économiquement défavorisé dans le cadre du jeu inégal et brutal de laccès et du maintien dans luniversité publique, dans le domaine où il est plus difficile, dans les cours extrêmement sélectifs.
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/FAEC-84NQZ9
dc.languagePortuguês
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectEstudantes universitarios Conduta
dc.subjectEstudantes universitarios Condições socio-economicas
dc.subjectEducação
dc.subjectEstudantes universitários Brasil
dc.subject.otherCursos da UFMG
dc.subject.otherCiência da computação
dc.subject.otherComunicação social
dc.subject.otherDireito
dc.subject.otherEngenharia elétrica
dc.subject.otherEstudantes pobres
dc.subject.otherFisioterapia e Medicina
dc.titleTrajetórias escolares e vida acadêmica do estudante pobre da UFMG: um estudo a partir de cinco casos
dc.typeTese de doutorado
local.contributor.advisor1Maria Alice de Lima Gomes Nogueira
local.contributor.referee1Dulce Consuelo Andreatta Whitaker
local.contributor.referee1Leila de Alvarenga Mafra
local.contributor.referee1Maria Jose Braga Viana
local.contributor.referee1Maria do Carmo de Lacerda Peixoto
local.description.resumoEste trabalho busca compreender a trajetória escolar e as vivencias universitárias de um grupo de estudantes pobres que tiveram acesso, através do vestibular, a carreiras altamente seletivas na Universidade Federal de Minas Gerais, a saber: Ciência da computação, comunicação social, direito, engenharia elétrica , fisioterapia e medicina. Ele se inspira e se apóia em trabalhos que investigam trajetórias escolares nos meios sociais desfavorecidos tais como o de Hoggart (1975), Terrail (1990), Laurens (1992), Viana (1998), Souza & Silva (1999), entre outros. Dessa forma, privilegiam-se na construção do objeto três momentos substantivos: a dimensão histórica, a reconstrução e a analise das trajetórias investigadas e a experiência universitária de cinco jovens pobres no decorrer de dois anos. As indagações que orientaram a pesquisa empírica foram: existiram estudantes pobres nos cursos superiores, desde os seus primórdios? Se existiram, como e que os estudantes pobres viveram a experiência acadêmica no passado? Qual foi a trajetória de acesso dos universitários pobres, no passado e no presente, aos cursos altamente seletivos? No interior desses cursos, como e que se processa a vida cotidiana desses sujeitos? Como as condições materiais de existência afetam esses sujeitos no decorrer da aventura universitária? Os dados empíricos foram extraídos de longas entrevistas efetuadas junto aos sujeitos, orientadas por temas como a condição econômica do universitário, a vida de estudante dentro e fora do campus, a vida acadêmica propriamente dita, principalmente naqueles aspectos atinentes a relação com os professores, com os colegas, a atuação na sala de aula e o desempenho acadêmico, com o objetivo de dar visibilidade ao estudante pobre no brutal e desigual jogo de acesso e permanecia no ensino superior publico, lá de onde ele e mais difícil de ser jogado, nos cursos altamente seletivos.
local.publisher.initialsUFMG

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