Efeitos contextuais no risco de vitimização criminal: testando teorias de Atividades Rotineiras e Estilo de Vida/Exposição em diferentes estratos urbanos de Belo Horizonte
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Universidade Federal de Minas Gerais
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Dissertação de mestrado
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Resumo
Este trabalho explora o impacto dos efeitos contextuais de determinadas áreas geográficas de Belo Horizonte sobre o risco individual de vitimização. Utilizando as informações individuais da Pesquisa de Vitimização de Belo Horizonte, realizada pelo CRISP/UFMG, as informações estruturais da vizinhança desses indivíduos (agregadas por setores censitários do IBGE), e as informações de qualidade de vida urbana das regiões onde estão inseridas estas vizinhanças (agregadas por UPs da PBH) este trabalho buscou identificar, através da estimação de modelos estatísticos de multi-níveis ou hierárquicos, como aspectos estruturais e de qualidade de vida destas áreas, interferem na probabilidade individual de ser vítimado. Consoante com as teorias de atividades rotineiras, estilo de vida/exposição, este estudo comprova que indivíduos com maior exposição ao risco e que já foram vítimas de crime alguma vez na vida possuem de fato maiores chances de vitimização. Ainda neste sentido, morar em vizinhanças com alto nível de desordem física corroboram para aumentar esta probabilidade.
Abstract
Assunto
Sociologia, Estilo de vida, Criminalidade, Vitimas
Palavras-chave
Oportunidade, Efeitos contextuais, Exposição, Atividades rotineiras, Vitimização, Modelos hierárquicos, Estilo de vida