Fatores associados a distúrbios osteomusculares relacionados ao trabalho autorreferidos em adultos brasileiros

dc.creatorAda Ávila Assunção
dc.creatorMery Natali Silva Abreu
dc.date.accessioned2024-02-15T21:00:07Z
dc.date.accessioned2025-09-09T01:27:26Z
dc.date.available2024-02-15T21:00:07Z
dc.date.issued2017
dc.format.mimetypepdf
dc.identifier.doi10.1590/S1518-8787.2017051000282 1s
dc.identifier.issn00348910
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/63997
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.relation.ispartofRevista de Saúde Pública
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectTranstornos Traumáticos Cumulativos
dc.subjectEpidemiologia
dc.subjectFatores de risco
dc.subjectFatores Socioeconômicos
dc.subjectCondições de Trabalho
dc.subjectInquéritos Epidemiológicos.
dc.subject.otherTranstornos Traumáticos Cumulativos
dc.subject.otherEpidemiologia
dc.subject.otherFatores de risco
dc.subject.otherFatores Socioeconômicos
dc.subject.otherCondições de Trabalho
dc.subject.otherInquéritos Epidemiológicos.
dc.titleFatores associados a distúrbios osteomusculares relacionados ao trabalho autorreferidos em adultos brasileiros
dc.typeArtigo de periódico
local.citation.epage10
local.citation.issueSupl
local.citation.spage1
local.citation.volume51
local.description.resumoOBJETIVO: Descrever a prevalência de distúrbio osteomuscular relacionado ao trabalho (Dort) e analisar os fatores associados com esse desfecho na população brasileira.MÉTODOS: Neste estudo transversal, de base populacional, utilizamos dados da Pesquisa Nacional de Saúde (PNS) de 2013. A amostra foi composta por 60.202 brasileiros com 18 anos ou mais de idade. A variável desfecho foi a ocorrência de Dort autorreferida. Como variáveis explicativas, foram investigadas características sociodemográficas,ocupacionais, recursos pessoais e condições de saúde. As análises foram realizadas com o software Stata 12.0 e levaram em consideração as ponderações impostas pelo delineamento amostral do estudo. Foi realizado, então, um modelo logístico binário uni e multivariado, considerando o nível de significância de 5%.RESULTADOS: Os resultados obtidos indicaram que a prevalência de Dort na população brasileira foi de 2,5%, variando de 0,2% (Acre) a 4,2% (Santa Catarina). Os fatores associados à maior chance de ocorrência de Dort foram: sexo feminino (OR = 2,33; IC95% 1,72–3,15); estar afastado temporariamente do trabalho (OR = 2,44; IC95% 1,41–4,23); estar exposto a ruído no local de trabalho (OR = 2,16; IC95% 1,68–2,77); antiguidade igual ou superior a 4,5 anos no trabalho atual (OR = 1,37; IC95% 1,09–1,72); participar de trabalho voluntário (OR = 1,65; IC95% 1,25–2,17); relatar diagnóstico médico de artrite ou reumatismo (OR = 2,40; IC95% 1,68–3,44) e de depressão (OR = 2,48; IC95% 1,86–3,31). Por outro lado, foram associados à menor chance de diagnóstico de Dort: não ter parceiro (OR = 0,73; IC95% 0,37–0,71) e trabalhar em ambiente aberto (OR = 0,51; IC95% 0,37–0,71). CONCLUSÕES: Os fatores associados e a prevalência encontrada indicam diferenças regionais e de gênero. Especial atenção às comorbidades e monitoramento do ruído ambiental beneficiariam a saúde dos trabalhadores no país.
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentMED - DEPARTAMENTO DE MEDICINA PREVENTIVA SOCIAL
local.publisher.initialsUFMG
local.url.externahttps://www.scielosp.org/pdf/rsp/2017.v51suppl1/10s/pt

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