Rever, retorcer, reverter e retomar as imagens: comunidades de cinema e cosmopolítica

dc.creatorAndré Guimarães Brasil
dc.date.accessioned2021-08-19T12:46:57Z
dc.date.accessioned2025-09-08T23:41:07Z
dc.date.available2021-08-19T12:46:57Z
dc.date.issued2016
dc.description.abstractThis paper observes communities of spectators in its actual appearance in films directed by (or in co-authorship with) indigenous groups. Indeed, this production (particularly within Video in the Villages project) shows that beyond of a method or procedure, exhibiting films for a unique community assumes the statute of a dispositive, which has not only cinematic implications but also cosmopolitical ones. In movies such as A arca dos Z’oé (1993), De volta à terra boa (2008), Pirinop – meu primeiro contato (2007), Tava – casa de pedra (2012) e Pele de branco (2012), “communities of cinema” are formed, integrating the mise-en-scèneand forging a complex image, in which the group recognizes itself at discrepancy delaying.
dc.description.sponsorshipCNPq - Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico
dc.description.sponsorshipCAPES - Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior
dc.format.mimetypepdf
dc.identifier.doihttp://dx.doi.org/10.1590/1982-25542016226054
dc.identifier.issn1982-2553
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/37617
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.relation.ispartofGaláxia (São Paulo)
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectVídeo nas Aldeias (Projeto)
dc.subjectCinema brasileiro
dc.subjectÍndios no cinema
dc.subjectDocumentário (Cinema)
dc.subject.otherVídeo nas Aldeias
dc.subject.otherComunidades de cinema
dc.subject.otherCosmopolítica
dc.titleRever, retorcer, reverter e retomar as imagens: comunidades de cinema e cosmopolítica
dc.title.alternativeReviewing, twisting, reversing and resuming images: film communities and cosmopolitics
dc.typeArtigo de periódico
local.citation.epage93
local.citation.issue33
local.citation.spage77
local.description.resumoNa esteira da pesquisa que temos realizado, o artigo se propõe a observar comunidades de espectadores em sua aparição concreta em filmes realizados por (ou em coautoria com) diretores indígenas. De fato, quando se retoma essa produção (particularmente no âmbito dos quase trinta anos do projeto Vídeo nas Aldeias), nota-se como, para além de um procedimento ou de um método, projetar filmes a uma comunidade singular ganha o estatuto de dispositivo, com implicações não apenas cinematográficas mas cosmopolíticas. Em filmes como A arca dos Z’oé (1993), De volta à terra boa (2008), Pirinop – meu primeiro contato (2007), Tava – casa de pedra (2012) e Pele de branco (2012), “comunidades de cinema” se formam e integram a mise-en-scène, forjando uma imagem complexa, na qual o coletivo se reconhece na defasagem de si mesmo.
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentFAF - DEPARTAMENTO DE COMUNICAÇÃO SOCIAL
local.publisher.initialsUFMG
local.url.externahttps://revistas.pucsp.br/index.php/galaxia/article/view/26054

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