Distúrbio vocal em professores da rede estadual de ensino de Minas Gerais segundo a área censitária da escola e em professores de educação física

dc.creatorDesirée Sant'Ana Haikal
dc.date.accessioned2026-03-03T18:16:12Z
dc.date.issued0009-09-25
dc.description.abstractObjective: To analyze the association between the risk of voice disorder and sociodemographic, work-related, and general health factors among teachers from urban and rural schools. Methods: Observational, cross-sectional, and analytical study with 1,705 teachers from urban schools and 202 from rural schools who work in elementary and high schools in the state education network of Minas Gerais, Brazil. Exclusion criteria were: being on leave from teaching, being retired, and/or not agreeing to participate in the research. Data collection was carried out through an electronic questionnaire sent to school administrators by the State Department of Education, who then forwarded it to the teachers. The variables analyzed were: sociodemographic and occupational factors, mental health, voice-related factors, and the Voice Disorder Screening Index (ITDV), which defined the outcome of voice disorder risk. Descriptive and association analyses were performed using Pearson’s Chi-square test, Fisher’s exact test, and logistic regression, considering a significance level of 0.05. Results: There was a statistically significant association between voice disorder among teachers in urban schools and sex, employment status, psychosocial work aspects, common mental disorders (CMD), smoking, and vocal warm-up. Regarding sleep loss, respiratory problems, and gastroesophageal reflux, both urban and rural school teachers showed a strong statistical association with the outcome. Conclusion: The risk of voice disorder in teachers from both urban and rural schools was associated with the presence of other health problems. In urban schools, being male, not smoking, being a contracted/appointed teacher, having low-strain or active work, absence of CMD, and performing vocal warm-up were protective factors for the risk of voice disorder.
dc.description.sponsorshipCAPES - Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/1889
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso aberto
dc.subjectVoz
dc.subjectDocentes
dc.subjectDistúrbios da Voz
dc.subjectSaúde Ocupacional
dc.subjectFatores de Risco
dc.subjectDissertação Acadêmica
dc.subject.otherVoz
dc.subject.otherProfessores
dc.subject.otherDistúrbio Vocal
dc.subject.otherSaúde Ocupacional
dc.subject.otherFatores de risco
dc.titleDistúrbio vocal em professores da rede estadual de ensino de Minas Gerais segundo a área censitária da escola e em professores de educação física
dc.typeDissertação de mestrado
local.contributor.advisor1Adriane Mesquita de Medeiros
local.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/6058485365158976
local.contributor.referee1MARIA LUCIA VAZ MASSON
local.contributor.referee1NAYARA GOMES RIBEIRO
local.contributor.referee1FABIANA PENIDO
local.creator.ID0000-0002-2817-2555
local.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/8218501399669593
local.description.embargo0009-09-26
local.description.resumoObjective: analisar a associação do risco de distúrbio vocal com os fatores sociodemográficos, do trabalho e da saúde geral em professores de escolas urbanas e rurais. Methods: Estudo observacional, transversal e analítico com 1705 professores de escolas urbanas e 202 de escolas rurais que atuam no ensino fundamental e médio da rede estadual de Minas Gerais, Brasil. Os critérios de exclusão foram: estar afastado da docência ou aposentado e/ou não aceitar participar da pesquisa. A coleta foi realizada por meio de um questionário eletrônico enviado à diretoria das escolas pela Secretaria Estadual de Ensino, que por usa vez, o encaminhou aos professores. As variáveis estudadas foram: fatores sociodemográficos e ocupacionais, saúde mental, fatores relacionados a voz e o protocolo Índice de Triagem de Distúrbios da Voz (ITDV), que definiu o desfecho de risco de distúrbio vocal. Foram realizadas análises descritivas e de associação por meio do teste Qui-quadrado de Pearson, exato de Fischer e regressão logística, considerando o nível de significância de 0,05. Results: Houve associação estatisticamente significativa entre o distúrbio vocal dos professores das escolas urbanas com o sexo, vínculo de emprego, aspectos psicossociais do trabalho, transtornos mentais comuns (TMC), tabagismo e aquecimento vocal. Com relação a perda de sono, problemas respiratórios e refluxo gastroesofágico, tanto professores das escolas urbanas quanto das escolas rurais apresentaram forte associação estatística com o desfecho. Conclusion: O risco de distúrbio vocal em professores, de escolas urbanas e rurais, foi associado à presença de outros problemas de saúde. Nas escolas urbanas, ser do sexo masculino, não fumar, ser contratado/designado, com trabalho de baixo desgaste ou trabalho ativo, ausência de TMC e realizar aquecimento vocal foram protetores para o risco de distúrbio vocal.
local.identifier.orcid0000-0002-3083-4116
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentMEDICINA - FACULDADE DE MEDICINA
local.publisher.initialsUFMG
local.publisher.programPrograma de Pós-Graduação em Ciências Fonoaudiológicas
local.subject.cnpqCIENCIAS DA SAUDE

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