Abordagem para o manejo da dor na criança com câncer
| dc.creator | Priscila Paula Parreira | |
| dc.date.accessioned | 2019-08-13T01:19:09Z | |
| dc.date.accessioned | 2025-09-09T00:12:35Z | |
| dc.date.available | 2019-08-13T01:19:09Z | |
| dc.date.issued | 2010-12-17 | |
| dc.identifier.uri | https://hdl.handle.net/1843/BUBD-9JTRAL | |
| dc.language | Português | |
| dc.publisher | Universidade Federal de Minas Gerais | |
| dc.rights | Acesso Aberto | |
| dc.subject | Enfermagem oncológica | |
| dc.subject.other | Manejo da dor | |
| dc.subject.other | Dor | |
| dc.subject.other | Câncer | |
| dc.subject.other | Criança | |
| dc.title | Abordagem para o manejo da dor na criança com câncer | |
| dc.type | Monografia de especialização | |
| local.contributor.advisor1 | Silma Maria Cunha Pinheiro Ribeiro | |
| local.contributor.referee1 | Miguir Terezinha Vieccelli Donoso | |
| local.contributor.referee1 | Marisa Antonini Ribeiro Bastos | |
| local.description.resumo | Verifica-se atualmente a influência, em vários aspectos, das abordagens para o controle da dor na criança com câncer, em sua qualidade de vida. A revisão integrativa presente nessa investigação objetivou-se em identificar abordagens efetivas para o controle da dor na criança com câncer. Para isso, realizou-se um estudo em três bases de dados PUBMED (National Library of Medicine), MEDLINE/BVS (Medical Literature Analysis and Retrieval System Online/Biblioteca Virtual em Saúde), LILACS (Literatura Latino-Americana e do Caribe em Ciências da Saúde) onde foram selecionados doze estudos, de acordo com os critérios de inclusão.As publicações são analisadas através de quadros e gráficos, que ilustram a realidade, sob vários aspectos, da assistência a criança portadora de neoplasia que tem dor. Os resultados foram discutidos de acordo com o objetivo proposto. Destaca-se a importância da padronização do cuidado direcionado a dor nas crianças com câncer. Para isso o estudo considera a implementação de abordagens farmacológicas (analgésicos opióides, não opióides, adjuvantes), não farmacológicas (apoio, métodos cognitivos, físicos) e da avaliação como partes integrantes dessa atividade. No entanto, conclui-se que existe uma deficiência de estudos de forte evidência, onde os profissionais possam se embasar cientificamente para a realização de uma intervenção eficaz, atendendo as necessidades da criança com câncer para o controle da dor. | |
| local.publisher.initials | UFMG |
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