Avaliação da toxicidade de efluentes de branqueamento de pasta celulósica pré e pós-degradação biológica
| dc.creator | Marina Andrada Maria | |
| dc.date.accessioned | 2019-08-12T15:50:46Z | |
| dc.date.accessioned | 2025-09-09T01:26:08Z | |
| dc.date.available | 2019-08-12T15:50:46Z | |
| dc.date.issued | 2009-02-05 | |
| dc.identifier.uri | https://hdl.handle.net/1843/BUOS-9ATGQE | |
| dc.language | Português | |
| dc.publisher | Universidade Federal de Minas Gerais | |
| dc.rights | Acesso Aberto | |
| dc.subject | Toxicidade Aguda | |
| dc.subject | Engenharia sanitária | |
| dc.subject | Tecnologia ambiental | |
| dc.subject | Celulose Biodegradação | |
| dc.subject | Biodegradação | |
| dc.subject.other | Degradação biológica | |
| dc.subject.other | Toxicidade | |
| dc.subject.other | Eficiência de remoção | |
| dc.subject.other | Ecotoxicologia | |
| dc.subject.other | Efluente de branqueamento de celulose | |
| dc.subject.other | Tratamento | |
| dc.title | Avaliação da toxicidade de efluentes de branqueamento de pasta celulósica pré e pós-degradação biológica | |
| dc.type | Monografia de especialização | |
| local.contributor.advisor1 | Lisete Celina Lange | |
| local.description.resumo | O lançamento de efluentes não tratados é um dos grandes problemas ambientais principalmente no âmbito dos recursos hídricos porém, a complexidade dos processos produtivos atuais leva a uma maior dificuldade no tratamento de seus efluentes, fazendo-se necessário por muitas vezes a utilização de mais de um processo de tratamento. A fábrica de papel e celulose gera vazões elevadas de efluente, sendo este de difícil tratamento por possuir elevada carga de matéria orgânica, organoclorados, lignina e carboidratos, sendo a planta de clareamento a responsável pela maior carga de efluente. O tratamento biológico é o mais utilizado atualmente, pelas indústrias. Porém esse tratamento não remove com eficiência a matéria orgânica, não sendo capaz de atingir os padrões de lançamento para DQO. Esse trabalho visa avaliar a eficiência de remoção de toxicidade, desse efluente após degradação biológica, através de ensaios ecotoxicológicos. Os ensaios foram realizados com efluentes ácidos, básicos e mistura 1:1 dos dois; através da utilização dos organismos Ceriodaphnia dubia e Daphnia similis em testes de toxicidade crônico e agudo respectivamente. Foram feitos dois reatores de degradação aeróbica, sendo um mesofílico (30ºC) e outro termofílico (55ºC), avaliando também qual o melhor sistema. Os resultados demonstraram que a degradação biológica é capaz de até anular a toxicicidade aguda, porém a toxicicidade crônica permanece presente. Entre os sistemas de degradação testados, o mais eficiente foi o mesofílico e o efluente que apresentou maior toxicidade antes do tratamento foi o efluente alcalino. | |
| local.publisher.initials | UFMG |
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