Práticas informacionais em arquivos: quadro comportamental e contexto social dos usuários do Arquivo Público Mineiro

dc.creatorGláucia Aparecida Vaz
dc.date.accessioned2019-09-18T13:41:40Z
dc.date.accessioned2025-09-08T23:59:57Z
dc.date.available2019-09-18T13:41:40Z
dc.date.issued2019-06-11
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/30052
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subject.otherArquivo Público Mineiro
dc.subject.otherPráticas informacionais em arquivos
dc.subject.otherLetramento Arquivístico
dc.subject.otherInteligência Arquivística
dc.titlePráticas informacionais em arquivos: quadro comportamental e contexto social dos usuários do Arquivo Público Mineiro
dc.typeTese de doutorado
local.contributor.advisor1Renato Pinto Venancio
local.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/5140588181933697
local.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/3514849083614884
local.description.resumoEssa tese utiliza do aparato teórico apresentado pelas práticas informacionais, em uma abordagem direcionada pela antropologia semiótica, buscando construir, por meio de uma descrição densa, um quadro comportamental dos usuários de um arquivo público, tomando como objeto de análise pessoas que já utilizaram os serviços do Arquivo Público Mineiro. Os documentos de arquivo nascem, primeiramente, com uma função de registrar as ações do Estado. Pensar sobre uma informação arquivística, segundo Jardim (1999), não é algo tão consolidado, devido ao fato de o objeto da arquivologia ser o arquivo. Nas instituições arquivísticas, o documento é compreendido e tratado pelo mais pelo seu valor histórico do que cultural, o que dificulta por vezes a ampliação do público atendido pelos arquivos públicos, que é composto massivamente por pesquisadores profissionais. A Lei de 7 Messidor, editada no segundo ano da Revolução Francesa, garantiu a todo e qualquer cidadão o acesso aos documentos públicos. Ao mesmo tempo em que conferem à Revolução Francesa a autoria da abertura dos arquivos ao cidadão, afirmam que a lei não foi seguida de imediato pela prática. A invisibilidade dos arquivos públicos diante da sociedade ainda é um cenário complexo a ser mudado. Fica evidente, portanto, que a educação patrimonial leva o indivíduo a um entendimento da memória coletiva e da importância da história e dos símbolos também construídos de forma coletiva. As ações voltadas para o ensino de história buscam despertar no indivíduo competências e habilidades com objetivo de construir uma visão mais crítica em relação a sua própria história, leva o sujeito a aprender a buscar suas próprias respostas e a refletir sobre o que lhe é apresentado, indo além de um modelo educacional puramente fundamentado em livros didáticos. Após a coleta das entrevistas, foi feita a sistematização de cada uma delas, onde foram criadas categorias que possibilitam a elaboração de um quadro comportamental desses usuários, capaz de refletir seu percurso no processo de busca de informação, com base em uma análise sociológica e simbólica, buscando compreender o significado desse processo para o usuário. A análise final buscou apontar as principais dificuldades existentes e como os fatores sociais influenciam os mesmos, visto que o Arquivo, não pode ser considerado como um sistema isolado, mas sim inserido em um macro ambiente.
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.initialsUFMG
local.publisher.programPrograma de Pós-Graduação em Ciência da Informação

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