Estudo de espumas geopoliméricas obtidas com adições de silício metálico, alumínio metálico e peróxido de hidrogênio

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Resumo

Uma das preocupações da engenharia civil, atualmente, se refere à emissão de CO2 e ao consumo de energia que ocorrem durante o processo de produção do cimento Portland, à durabilidade dos concretos e à geração de resíduos de construção e demolição. Dentre as soluções investigadas para amenização destes problemas, destacam-se os cimentos geopoliméricos. Estes cimentos, obtidos da ativação alcalina de aluminosilicatos, podem ser utilizados como materiais estruturais e espumas. As espumas geopoliméricas são utilizadas na imobilização de metais tóxicos, e isolamento térmico acústico. Estas geralmente são obtidas a partir da adição de um agente surfactante na pasta geopolimérica. Neste trabalho se analisou a obtenção de espumas geopoliméricas à temperatura ambiente utilizando como precursor o metacaulim, ativador o KOH e três agentes surfactantes: silício metálico, alumínio metálico e peróxido de hidrogênio, em dois diferentes teores. Analisou-se a resistência mecânica e a densidade do material obtido, a distribuição, dimensões e quantidade dos poros formados em relação ao tipo e às quantidades de surfactante adicionadas. Os resultados mostram que todos os surfactantes são efetivos para produção da espuma geopolimérica. Em todos os casos os poros expandem quantitativamente e dimensionalmente, diminuindo a densidade do material.

Abstract

Assunto

Construção civil, Cimento, Agentes ativos de superfícies, Porosidade

Palavras-chave

Cimento geopolimerico, Espuma geopolimérica, Poros, Surfactantes

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