A ideia de obrigação na teoria moral e política de Thomas Hobbes

dc.creatorDavidson Ricardo da Costa Moraes
dc.date.accessioned2019-08-10T01:52:09Z
dc.date.accessioned2025-09-09T01:31:26Z
dc.date.available2019-08-10T01:52:09Z
dc.date.issued2018-05-21
dc.description.abstractOne of the central aspects of Hobbes's political thinking is precisely to be able to base the idea of obligation. Once the state of nature is set up as a completely anarchic scenario, the question arises as to how to base an idea of obedience around the sovereign. Hobbes seeks to show that sovereign power is the only one capable of delivering men from the war of all against all, but that for this to be possible, he defends the idea that men are obliged to obey the sovereign by which they have agreed. In this sense, the debate about what in fact is capable of sustaining an obligation in his thought, that is, whether the obligation is the result of the covenant, according to which men accept the restriction of their freedom, or if the men would be obliged because the sovereign is one who is able to exercise coercive power through the sword. Both interpretations create difficulties for Hobbesian thought, for if on the one hand the pact can be seen as incapable of generating an obligation, on the other hand, coercive power may not be legitimately capable of generating an obligation. For this reason, our investigation attempted to discuss this impasse and to analyze what in fact creates obligation in Hobbes's thinking.
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/BUOS-B6ZJ4H
dc.languagePortuguês
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectCiência politica Filosofia
dc.subjectHobbes, Thomas, 1588-1679
dc.subjectFilosofia
dc.subjectÉtica
dc.subject.otherFilosofia
dc.titleA ideia de obrigação na teoria moral e política de Thomas Hobbes
dc.typeDissertação de mestrado
local.contributor.advisor1Leonardo de Mello Ribeiro
local.contributor.referee1Telma de Souza Birchal
local.description.resumoUm dos aspectos centrais do pensamento político de Hobbes é precisamente conseguir fundamentar a ideia de obrigação. Uma vez que o estado de natureza se configura como um cenário inteiramente anárquico, fica posta a questão sobre como fundamentar uma ideia de obediência em torno do soberano. Hobbes procura mostrar que o poder soberano é o único capaz de livrar os homens da guerra de todos contra todos, mas que para isso ser possível, ele defende a ideia de que os homens estão obrigados a obedecer ao soberano por que assim pactuaram. Nesse sentido, abre-se o debate sobre o que de fato é capaz de sustentar uma obrigação em seu pensamento, isto é, se a obrigação é o resultado do pacto, segundo o qual os homens aceitam o cerceamento da própria liberdade, ou se os homens estariam obrigados porque o soberano é aquele que é capaz de exercer um poder coercitivo através da espada. Ambas as interpretações geram dificuldades para o pensamento hobbesiano, pois se por um lado o pacto pode ser visto como incapaz de gerar uma obrigação, por outro lado, o poder coercitivo pode não ser legitimamente capaz de gerar uma obrigação. Por essa razão, nossa investigação tratou de discutir esse impasse e analisar o que de fato gera obrigação no pensamento de Hobbes.
local.publisher.initialsUFMG

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