Avaliação do Programa "Criança que chia, do Centro de Saúde Nazaré - Belo Horizonte/MG

dc.creatorNara Regina Moreira Andrade
dc.creatorRosalba Melba Carrion Olazabal
dc.date.accessioned2019-08-13T19:56:49Z
dc.date.accessioned2025-09-09T00:22:58Z
dc.date.available2019-08-13T19:56:49Z
dc.date.issued2005-09-15
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/BUOS-9QCG6J
dc.languagePortuguês
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectFamília Saúde e higiene
dc.subjectAsma em crianças Tratamento
dc.subject.otherCriança asmática
dc.subject.otherAsma
dc.subject.othertratamento
dc.titleAvaliação do Programa "Criança que chia, do Centro de Saúde Nazaré - Belo Horizonte/MG
dc.typeMonografia de especialização
local.contributor.advisor1Anézia Moreira Faria Madeira
local.description.resumoEste estudo enquadra-se na linha quantitativa e tem como objetivo avaliar o Programa "Criança que Chia", do Centro de Saúde Nazaré, pertencente à Regional Nordeste, de Belo Horizonte/MG. A população alvo foi constituída por 31 crianças, cadastradas no Programa, sendo que 11 tiveram alta e 20 continuam em tratamento. Para coleta de dados foram realizadas entrevistas estruturadas com as mães das crianças que freqüentam o Programa. As entrevistas foram conduzidas por um questionário contendo perguntas fechadas e abertas sobre a realidade das crianças antes e após o uso do corticosteróide inalatório (Cl). Osachados do estudo mostraram que a asma predomina no sexo masculino, que o início da primeira crise acontece nos primeiros anos de vida; que os fatores desencadeantes mais comuns das crises de asma são; poeira, mofo e mudanças no tempo, e que a diminuição do número de internações após o uso do Cl é evidente, assim como também, este estudo nos mostrou um aumento na duração do período inter-crises, após uso da Beclometasona. A princípio achávamos que o Programa avaliado apresentava-se desorganizado e havia pouca adesão por parte do responsável pela criança. No entanto, os achados deste estudo nos mostraram exatamente o contrário. Como forma de melhorar ainda mais a assistência prestada à criança asmática, propomos realizar reuniões com as mães ou responsáveis pelas crianças; inserir os demais membros da família no Programa;sensibilizar os profissionais de saúde sobre a importância do Programa e reafirmar o compromisso que temos com as crianças de caminhar juntos nesta luta contra a "Doença Chiadora".
local.publisher.initialsUFMG

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