Comunidade Bigode: uma etnografia do samba e do sambista em Belo Horizonte

dc.creatorGabriel Silva Arruda
dc.date.accessioned2023-02-10T14:37:26Z
dc.date.accessioned2025-09-09T00:48:35Z
dc.date.available2023-02-10T14:37:26Z
dc.date.issued2022-12-22
dc.description.abstractThis work proposes an ethnographic exercise about sambas and sambistas in Belo Horizonte (MG). The descriptions and analyzes developed are built around an acoustic formation known in the research field as “samba”. We sought to carry out an intensive applied study on a web of localized social interactions, based on acoustic labor, which allowed us to study some of the systems of interpersonal relationships and their categories of social representation. We aim to understand how the context of what became known as the musical genre “samba” crosses the perceptions of the observed reality, to then analyze how a socio-musical tissue that we call, as a constructed object of analysis, as “Comunidade Bigode” is organized. We then worked on describing some of the practices developed within this community, more precisely the description and analysis of a street carnival block and the “rodas de samba” as a “show”, in addition to the spaces and experiences that permeate them. From the field experience, we mobilized themes related to performance and the in-between place of samba among presentational and participatory characteristics; to learning in a situated character, fundamentally as a social process and not just a cognitive process; to the labor doing and the precarious forms that develop in the process of flexibilization of labor relations; to socialization and fruition in a community context and; to the symbolic representations and present identities, based on the perceptions and trajectories of my interlocutors as musicians and representatives of a cultural manifestation.
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/49876
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectMúsica - Teses
dc.subjectSamba - Belo Horizonte (MG)
dc.subjectSambistas
dc.subjectSamba de roda
dc.subjectBlocos carnavalescos
dc.subject.otherSamba
dc.subject.otherSambista
dc.subject.otherRoda de Samba
dc.subject.otherBloco de carnaval
dc.subject.otherEtnografia
dc.subject.otherTrabalho acústico
dc.subject.otherAprendizagem
dc.subject.otherMúsica e trabalho
dc.titleComunidade Bigode: uma etnografia do samba e do sambista em Belo Horizonte
dc.title.alternativeBigode Community: an ethnography of samba and the sambista en Belo Horizonte
dc.typeDissertação de mestrado
local.contributor.advisor1Eduardo Pires Rosse
local.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/3976870085676446
local.contributor.referee1José Alberto Salgado e Silva
local.contributor.referee1Glaura Lucas
local.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/9075633975363763
local.description.resumoEsta dissertação parte de um exercício etnográfico entre sambas e sambistas em Belo Horizonte (MG). As descrições e análises propostas se constroem no entorno de uma formação acústica chamada no campo de pesquisa como “samba”. Buscamos realizar um estudo intensivo aplicado sobre uma teia de interações sociais localizadas, pautadas no trabalho acústico, que nos permitiu captar alguns dos sistemas de relações interpessoais e suas categorias de representação social. Visamos entender como o contexto do que ficou conhecido como gênero musical samba atravessa as percepções da realidade observada, para em seguida analisar como se organiza um tecido socio-musical a que chamamos, enquanto objeto construído de análise, como “Comunidade Bigode”. Tratamos então da descrição de algumas das práticas desenvolvidas em meio a essa comunidade, mais precisamente da descrição e análise de um bloco de carnaval de rua e das “rodas de samba” em condição de show, além dos espaços e vivências que os atravessam. A partir da experiência de campo, mobilizamos temas ligados à performance e ao entrelugar do samba entre características apresentacionais e participativas; à aprendizagem em um caráter situado, fundamentalmente como um processo social e não apenas um processo cognitivo; ao fazer laboral e às formas precárias que se desenvolvem no processo de flexibilização das relações trabalhistas; à sociabilização e fruição em contexto comunitário e; às representações simbólicas e identidades presentes, a partir das percepções e trajetórias dos meus interlocutores enquanto musicistas e representantes de uma manifestação cultural.
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentMUSICA - ESCOLA DE MUSICA
local.publisher.initialsUFMG
local.publisher.programPrograma de Pós-Graduação em Música

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