Aspectos clínicos, epidemiológicos e evolutivos de pacientes com doença inflamatória intestinal associada a doenças hepáticas autoimunes
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Universidade Federal de Minas Gerais
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Dissertação de mestrado
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Resumo
As doenças inflamatórias intestinais (DII) são afecções crônicas, recorrentes, de caráter
inflamatório, que englobam retocolite ulcerativa (RCU), doença de Crohn (DC) e colites
não-classificadas. Ainda que a etiologia permaneça desconhecida, sugere-se que ocorra
resposta inflamatória inapropriada a microbiota intestinal em pacientes geneticamente
susceptíveis1,2. As manifestações extraintestinais são frequentes e estão presentes entre
21 e 47% dos pacientes3. Mais comumente, envolvem sistema músculo-esquelético, pele,
olhos e trato hepatobiliar4. Ainda que a prevalência seja menor, a associação entre DII e
doenças hepáticas autoimunes tem sido descrita há vários anos, sobretudo relacionada a
colangite esclerosante primária (CEP)5. Outras doenças hepáticas autoimunes também
podem estar associadas as DII, entre elas, pode-se citar colangite autoimune colangite
biliar primária (CBP), colangite esclerosante primária de pequenos ductos (CEP de
pequenos ductos), hepatite autoimune (HAI) e síndromes de sobreposição (ou síndromes
variantes) – quando há associação entre duas doenças hepáticas autoimunes6. Contudo,
os aspectos clínicos e evolutivos são menos conhecidos. Um dos fatores relaciona-se ao
número menor de relatos de caso e séries de caso descritos na literatura.
Abstract
Assunto
Doenças Autoimunes, Hipertensão Portal, Transplante de Fígado
Palavras-chave
Doenças Inflamatórias Intestinais, Doenças Hepáticas Autoimunes, Doenças Autoimunes