Vida de escritor: não-ficção e nome próprio em Gay Talese

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Universidade Federal de Minas Gerais

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Dissertação de mestrado

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Membros da banca

Haydee Ribeiro Coelho
Antônio Luiz Assunção

Resumo

Este trabalho tem como objetivo o estudo da não-ficção enquanto gênero literário, a partir da autobiografia do novo-jornalista estadunidense Gay Talese, 'Vida de Escritor', e dos livros 'Fama e Anonimato' e 'O Reino e o Poder', do mesmo autor. Surgido na década de 60, nos Estados Unidos, o Novo Jornalismo contribui para modelar o conceito de não-ficção de forma contextualmente determinada. A pesquisa pretende estabelecer as relações entre recursos literários e fatos na constituição das obras supracitadas; caracterizar a autobiografia, apontando suas capacidades e impossibilidades; e empreender o estudo sobre o nome próprio enquanto baliza de negociação discursiva e marca literária. A negociação entre realidade e ficção só é possível através do estabelecimento de um contrato envolvendo leitor e as identidades narrador-autor-personagem. O nome próprio funciona, portanto, como esse articulador entre discurso e pessoa

Abstract

Assunto

Reportagens e repórteres Estados Unidos, Realidade em literatura, Mimese na literatura, Talese, Gay, Autobiografia, Gêneros literários, Jornalismo e literatura, Nomes pessoais

Palavras-chave

nome próprio, autobiografia, não-ficção, Gay Talese

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