Análise do uso de psicofármacos na Atenção Primária: uma revisão de literatura

dc.creatorDanielle Cristina Braga Cancella
dc.date.accessioned2019-08-11T16:48:36Z
dc.date.accessioned2025-09-08T22:56:55Z
dc.date.available2019-08-11T16:48:36Z
dc.date.issued2012-02-04
dc.description.abstractThe increased use of psychoactive drugs is a problem that occurs throughout the world. The increase in psychiatric disorders Diagnostics, new drugs available and new therapeutic indications of existing psychoactive drugs are factors related to this evidence. This way, the study is relevant to the family health Strategy since this problem is a reality in our society and is a source of concern for the health sector. The overall objective of the research was to conduct a literature review on the use and misuse of psychoactive drugs in primary health care through a narrative review of scientific articles and textbooks that addressed the topic. The main factors involved in the use of such medications are anxiety, stress, depression, insomnia, social problems and others. Therefore, there is concern as to their abuse because of the risk of dependency that leads to difficulties when they want to the interruption of the treatment and side effects. A given presented in several studies was the fact of women present higher prevalence of use of these drugs. The biggest limitation of these young people was also cited as contributing to increased consumption. The most widely used psychoactive drugs were the benzodiazepines and antidepressants. The high prevalence of chronic use shows the importance of appropriate and regular medical monitoring for those users. The planning of actions aimed to the quality of life of users, providing other forms of treatment and awareness of psychiatric diagnoses can contribute to the rational and aware of these drugs. Health professionals involved in this process should act in a preventive manner, limiting the use of psychoactive drugs on their true indications.
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/BUBD-9DEEDX
dc.languagePortuguês
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectSaúde da família
dc.subject.otherPsicofármacos
dc.subject.otherSaúde mental
dc.subject.otherAtenção primária à saúde
dc.titleAnálise do uso de psicofármacos na Atenção Primária: uma revisão de literatura
dc.typeMonografia de especialização
local.contributor.advisor1Graziella Lage Oliveira
local.contributor.referee1Raquel Linhares Bello de Araujo
local.description.resumoA utilização aumentada de psicofármacos é um problema que ocorre em todo o mundo. O aumento de diagnósticos de transtornos psiquiátricos, novos medicamentos disponíveis e as novas indicações terapêuticas de psicofármacos existentes são fatores relacionados a esta evidência. Desta forma, o estudo é relevante para a Estratégia Saúde da Família uma vez que este problema é uma realidade na nossa sociedade e constitui motivo de preocupação para o setor saúde. O objetivo geral da pesquisa foi realizar uma revisão bibliográfica sobre a utilização e uso abusivo de psicofármacos na atenção primária por meio de uma revisão narrativa de artigos científicos e livros-texto que abordavam o tema. Os principais fatores envolvidos no uso de tais medicamentos são ansiedade, estresse, depressão, insônia e problemas sociais. Portanto, existe a preocupação quanto ao seu uso abusivo devido aos riscos de dependência que leva a dificuldades quando se deseja a interrupção do tratamento. Um dado apresentado em vários estudos foi o fato das mulheres apresentarem maior prevalência de uso desses medicamentos. A maior prescrição destes aos jovens também foi citada como contribuição para o aumento do consumo. Os psicofármacos mais utilizados foram os benzodiazepínicos e os antidepressivos. A alta prevalência do uso crônico mostra a importância da indicação adequada e do acompanhamento médico regular desses usuários. O planejamento de ações que visem à qualidade de vida dos usuários, disponibilização de outras formas de tratamento e conscientização acerca dos diagnósticos psiquiátricos podem contribuir para o uso racional e consciente desses medicamentos. Os profissionais de saúde envolvidos neste processo devem atuar de forma preventiva, limitando o uso dos psicofármacos às suas verdadeiras indicações.
local.publisher.initialsUFMG

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