Assimetrias de gênero na perspectiva de mulheres acadêmicas de uma universidade federal brasileira

dc.creatorMarcel de Almeida Freitas
dc.date.accessioned2019-08-13T15:46:35Z
dc.date.accessioned2025-09-08T23:29:22Z
dc.date.available2019-08-13T15:46:35Z
dc.date.issued2018-01-29
dc.description.abstractThis study seeks to explore and understand issues related to the participation and inclusion of women as professors in the academic world at Universidade Federal de Minas Gerais (Federal University of Minas Gerais) taking into consideration the approach of gender relations. At first, a broad quantitative survey was carried out on gender inequalities among professors (women and men) in the 74 strictu sensu graduation programs (Masters and Doctorate) at this institution. Then, 17 in-depth individual interviews were conducted with female professors from different fields of knowledge and courses and some topics such as their school and academic trajectories as well as their perceptions about the numerical inequalities between women and men still present in UFMG were addressed. Although such inequalities are not acute, they are considerable as it was revealed in the distribution of men and women and in the academic teaching production in this institution. Among the most significant data is the fact that it is in the item scientific journals published that the female average decreases slightly below the male average along with the fact that in only two large areas, out of a total of six, women constitute the small majority: Arts & Humanities and Health Sciences. With reference to the data collected in the qualitative stage from the interviews, it can be emphasized that, first, almost all the interviewees saw themselves and were seen as great students and secondly, they see such percentages and scientific productivity differences between women and men more as the result of the domestic and family life model proper to Brazilian society than as a result and ,thirdly, also the way in which academic and scientific rules have been organized over time in Brazil, that is, there is a diffuse perception for all the interviewees that the structuring of norms and career promotion, when they seek to be equal, end up for being based on the reality of male life as a professional model.
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/BUOS-AZRKYC
dc.languagePortuguês
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectEducação
dc.subjectPesquisa educacional
dc.subjectMulheres na educação
dc.subjectIgualdade na educação
dc.subjectRelações de gênero
dc.subjectDiscriminação na educação
dc.subject.otherEnsino superior e pesquisa
dc.subject.otherRelações de gênero
dc.subject.otherMulheres e ciência
dc.titleAssimetrias de gênero na perspectiva de mulheres acadêmicas de uma universidade federal brasileira
dc.typeTese de doutorado
local.contributor.advisor1Adla Betsaida Martins Teixeira
local.contributor.referee1Shirley Aparecida de Miranda
local.contributor.referee1Silvania Sousa Nascimento
local.contributor.referee1Iris Barbosa Goulart
local.contributor.referee1Heron Laiber Bonadiman
local.description.resumoEste estudo busca explorar e compreender questões relativas à participação e inclusão de mulheres enquanto professoras e pesquisadoras no universo acadêmico da Universidade Federal de Minas Gerais a partir do enfoque das relações de gênero. Num primeiro momento foi realizado um amplo levantamento quantitativo acerca das assimetrias de gênero entre docentes (mulheres e homens) nos 74 cursos de pós-graduação strictu sensu (mestrado e mestrado/doutorado) da instituição e, em seguida, foram realizadas 17 entrevistas individuais em profundidade com professoras pesquisadoras de diferentes áreas de conhecimento e cursos, onde se abordou temáticas como suas trajetórias escolares e acadêmicas bem como suas percepções sobre os motivos para a permanência das desigualdades numéricas entre mulheres e homens na UFMG que, embora não agudas, são ainda consideráveis, conforme foi apontado em relação à distribuição de homens e de mulheres e à produção acadêmica docente nesta instituição. Entre os dados mais significativos está o fato de que é no item publicação de artigos científicos que a média feminina fica ligeiramente aquém da média masculina, assim como o fato de que em apenas duas grandes áreas, de um total de seis, as mulheres constituem pequena maioria: Ciências Humanas, Letras & Artes e Ciências da Saúde. No que se refere aos dados coligidos na etapa qualitativa a partir das entrevistas, pode ser ressaltado que 1- quase todas as entrevistadas se viam e eram vistas como ótimas alunas e 2- elas encaram tais diferenças percentuais e de produtividade científica entre mulheres e homens mais como o resultado do modelo de vida doméstico e familiar próprio da sociedade brasileira do que como resultado, também, 3- do modo como as regras acadêmicas e científicas se organizaram ao longo do tempo no Brasil, isto é, há uma difusa percepção para o conjunto das entrevistadas de que a estruturação das normas e de promoção na carreira, ao buscarem ser iguais para todos, acabam por se balizar na realidade de vida masculina enquanto modelo profissional.
local.publisher.initialsUFMG

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