O contexto das Cidades Inteligentes e o Mapeamento Colaborativo como iniciativas preditivas ao gerenciamento de riscos na cidade de Belo Horizonte

dc.creatorMariana Ribeiro dos Santos Lima
dc.date.accessioned2023-10-30T21:03:38Z
dc.date.accessioned2025-09-09T00:59:36Z
dc.date.available2023-10-30T21:03:38Z
dc.date.issued2020-12-16
dc.description.abstractThe 21st century is being marked by important social phenomena, above all, by the large concentration of people in urban areas. Such a scenario indicates a challenge related to the loss of basic functionalities in cities, mainly regarding access and management of the infrastructures and offered service, which enhances situations of vulnerability in urban centers. At this scenario, this paper highlights the direction around systemic management strategies integrated with other urban planning policies and collective efforts that promote the resilience of cities. The concept of Smart Cities emerges from this context, in the midst of attempts at responsive directions to urban centers and as an approach in search of quality of life and sustainable development, using mainly the intense use of Information and Communication Technologies (ICT) as the main tool. In this sense, the concept of Smart Cities has been applied in different ways by Brazilian cities, especially in order to reduce urban vulnerability. In Belo Horizonte, the City Hall has developed a tool that stimulates digital capabilities and enables the decentralization of the information collection process based on the participation of users. The PBH APP is an application for mobile devices that combines concepts of Crowdsourcing and Collaborative Mapping, enabling citizens to inspect, manage and validate the services offered by the government, using ICTs as drivers of civic engagement to urban issues. Thus, based on a quantitative methodological approach, with data collected by users' requests, this study investigates the relationship between citizens and the government through the perception of quality of life, as well as the possibility of the PBH APP be used by public agents responsible for disaster risk management. We adopted as a case study the data of occurrences attended by the Military Fire Brigade of Minas Gerais (CBMMG), as well as the Belo Horizonte Urban Quality of Life Index (IQVU). From the sources cited, data related to environmental health were used, converging the requests for urban cleaning to fire attendance in places of residual deposits. Thus, using the numerical and cartographic systematization of the data set extracted from PBH APP, IQVU and CBMMG, the present research uses the overlapping of information through geoprocessing software and the methodology of Multicriteria Analysis and Combinatorial Analysis investigate the collaborative mapping initiative as a tool for public administration. It also evaluates the possibility of the application being used by the protection and civil defense agencies in the prevention and mitigation of risk situations in Belo Horizonte. It is, above all, the investigation of possible guidelines towards Smart Cities, sustainable development and social innovation.
dc.description.sponsorshipCAPES - Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/60282
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectCidades Inteligentes
dc.subjectAplicativos móveis
dc.subjectQualidade de vida
dc.subjectTecnologia da informação
dc.subject.otherCidades Inteligentes
dc.subject.otherMapeamento Colaborativo
dc.subject.otherGestão do risco de desastres
dc.subject.otherQualidade de vida urbana
dc.titleO contexto das Cidades Inteligentes e o Mapeamento Colaborativo como iniciativas preditivas ao gerenciamento de riscos na cidade de Belo Horizonte
dc.title.alternativeThe context of Smart Cities and Collaborative Mapping as predictive initiatives for risk management in Belo Horizonte city
dc.typeDissertação de mestrado
local.contributor.advisor1Renata Maria Abrantes Baracho Porto
local.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/4218954956709188
local.contributor.referee1Eduardo de Paula Lima
local.contributor.referee1Marcelo Franco Porto
local.contributor.referee1Reinaldo Onofre dos Santos
local.contributor.referee1Rodrigo Nunes Ferreira
local.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/8303627052776419
local.description.resumoO século XXI está sendo marcado por importantes fenômenos sociais, sobretudo, pela grande concentração de pessoas em áreas urbanas. Tal cenário indica um desafio relacionado à perda de funcionalidades básicas nas cidades, principalmente quanto ao acesso e ao gerenciamento das infraestruturas e dos serviços oferecidos, o que potencializa situações de vulnerabilidade nos centros urbanos. Nessa conjuntura, destaca-se o direcionamento em torno de estratégias de gestão sistêmica integradas às demais políticas de planejamento urbano e esforços coletivos que promovam a resiliência das cidades. O conceito de Cidades Inteligentes surge a partir desse contexto, em meio às tentativas de direcionamentos responsivos aos centros urbanos e como uma abordagem em busca da qualidade de vida e do desenvolvimento sustentável, valendo-se, principalmente, do intenso uso das Tecnologias da Informação e Comunicação (TIC) como principal ferramenta. Nesse sentido, a concepção de Cidades Inteligentes vem sendo aplicada de maneiras diferentes pelos municípios brasileiros, sobretudo com vistas à redução da vulnerabilidade urbana. Na cidade de Belo Horizonte, a Prefeitura desenvolveu uma ferramenta que estimula as capacidades digitais e possibilita a descentralização do processo de coleta de informações a partir da participação dos usuários. Trata-se do PBH APP, um aplicativo para dispositivos móveis que alia conceitos de Crowdsourcing e Mapeamento Colaborativo, possibilitando aos cidadãos a fiscalização, o gerenciamento e a validação dos serviços oferecidos pelo governo, utilizando as TICs como impulsionadoras de engajamento cívico às questões urbanas. Dessa forma, a partir de uma abordagem metodológica de caráter quantitativo, com dados coletados pelas solicitações dos usuários, o presente trabalho investiga a relação existente entre os cidadãos e o governo por meio da percepção da qualidade de vida, bem como a possibilidade da ferramenta PBH APP ser utilizada por agentes públicos responsáveis pelo gerenciamento do risco de desastres. Foram adotados como estudo de caso os dados de ocorrências atendidas pelo Corpo de Bombeiros Militar de Minas Gerais (CBMMG), bem como o Índice de Qualidade de Vida Urbana de Belo Horizonte (IQVU). Das fontes citadas, foram utilizados os dados relativos à salubridade ambiental, convergindo as solicitações por limpeza urbana aos atendimentos de incêndio em locais de depósitos residuais. Dessa forma, valendo-se da sistematização numérica e cartográfica do conjunto de dados extraídos do PBH APP, IQVU e do CBMMG, a presente pesquisa utiliza a sobreposição das informações por meio de software de geoprocessamento e da metodologia de Análise de Multicritérios e Análise Combinatória para avaliar a iniciativa de mapeamento colaborativo como proposta de ferramenta para a administração pública. Investiga-se também a possibilidade do aplicativo ser utilizado pelos órgãos de proteção e defesa civil na prevenção e mitigação às situações de risco em Belo Horizonte. Trata-se, sobretudo, da investigação de diretrizes possíveis no sentido das Cidades Inteligentes, do desenvolvimento sustentável e da inovação social.
local.identifier.orcidhttps://orcid.org/0000-0003-2022-8910
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentARQ - ESCOLA DE ARQUITETURA
local.publisher.initialsUFMG
local.publisher.programPrograma de Pós-Graduação em Ambiente Construído e Patrimônio Sustentável

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